segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Quatro famílias cristãs que rejeitaram negar a Jesus tiveram casas destruídas na Índia

Quatro famílias cristãs de Midapalli, no estado de Maharashtra, na Índia, tiveram suas casas demolidas por vizinhos após se recusarem a renunciar à fé.

Segundo a organização Christian Solidarity Worldwide (CSW), o conflito começou em 11 de janeiro, quando moradores exigiram que as famílias abandonassem o cristianismo e chegaram a ameaçá-las de morte caso não obedecessem.

No dia seguinte, a exigência foi repetida. Uma multidão de cerca de 20 pessoas se reuniu e destruiu as casas dos cristãos. As famílias procuraram a polícia para denunciar o ataque, mas, ainda segundo a CSW, os agentes não ofereceram proteção e teriam feito novas ameaças.

Entre as advertências relatadas, a polícia teria dito que documentos de identidade e o acesso a suprimentos de ração poderiam ser cancelados. Os cristãos também teriam sido questionados sobre por que, sendo membros de uma comunidade tribal, decidiram seguir o cristianismo. Após a reação oficial, as ameaças dos moradores da aldeia teriam se intensificado.

Ainda conforme a CSW, a polícia passou a negar qualquer tipo de assistência às famílias. Em 14 de janeiro, o pastor local foi levado para interrogatório, sob a alegação de que sua pregação seria “superstição”, e depois foi proibido de visitar os cristãos da aldeia.

Cerca de 25 cristãos estariam agora vivendo nas ruínas das casas durante o inverno. As famílias pretendem buscar ajuda junto a uma instância superior, entrando em contato com o Administrador Distrital.

Mervyn Thomas, fundador e presidente da CSW, afirmou que é “profundamente preocupante” ver famílias sendo atacadas e humilhadas por motivo religioso. Ele também criticou a falta de proteção policial, dizendo que isso teria encorajado os responsáveis.

Segundo informado pelo portal Christian Today, a CSW pediu intervenção urgente das autoridades distritais e estaduais para garantir segurança às famílias, restaurar direitos, oferecer compensação pelas perdas e responsabilizar os autores do ataque.

Fonte: Thiago Chagas/https://noticias.gospelmais.com. Imagem: Divulgação/Internet.

Catolicismo continua em declínio na América Latina, diz pesquisa

A perda de adeptos do catolicismo na América Latina ao longo da última década foi grande, de acordo com uma pesquisa do Pew Research Center com dados de Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.

O levantamento aponta queda na proporção de católicos e avanço de adultos que dizem não ter religião. Hoje, os católicos representam entre 46% e 67% da população adulta nos seis países analisados. No mesmo período, o grupo sem filiação religiosa cresceu e passou a variar de 12% a 33%, com alta registrada em todas as nações incluídas na pesquisa.

Entre os países avaliados, o Brasil se destaca por ser o único em que ex-católicos têm maior probabilidade de se tornarem protestantes (13% de todos os adultos) do que de passar a se declarar sem religião (7%). No Peru, as proporções ficam mais próximas: ex-católicos que se tornaram protestantes somam 9% de todos os adultos, enquanto 7% passaram a se identificar como sem religião.

Em um intervalo de dez anos, a participação de católicos caiu pelo menos nove pontos percentuais nos seis países. No sentido oposto, o grupo de adultos que se declaram ateus, agnósticos ou sem religião cresceu sete pontos ou mais e, em alguns casos, já supera o total de protestantes.

Apesar das mudanças no perfil religioso, a maioria dos latino-americanos mantém alguma forma de fé. Cerca de nove em cada dez entrevistados afirmam acreditar em Deus, incluindo pessoas que não seguem nenhuma religião.

A pesquisa também indica que a religião continua relevante para uma parcela significativa da população. Em Brasil, Colômbia, México e Peru, metade ou mais dos adultos diz que a fé é muito importante no dia a dia.

O estudo ouviu mais de 6,2 mil adultos. Juntos, os seis países somam cerca de 495 milhões de habitantes, o equivalente a aproximadamente três quartos da população da América Latina e do Caribe.

Fonte: Thiago Chagas/https://noticias.gospelmais.com. Imagem: Divulgação/Internet.

Do que morreu Weslley, filho de Shirley Carvalhaes? Veja o que a cantora disse até agora

BRASIL — A família da cantora Shirley Carvalhaes ainda não divulgou a causa oficial da morte de Weslley Carvalhaes até este sábado, 24.

Nas notas publicadas no Instagram da artista, apenas a gravidade do quadro clínico foi mencionada, sem especificar a doença ou o motivo direto do óbito.

As publicações oficiais limitaram-se a informar que o jovem estava internado e que o diagnóstico médico era considerado “gravíssimo” e “muito difícil” pela medicina.

  • Internação: Weslley deu entrada na unidade de saúde há alguns dias.
  • Boletim Médico: Shirley citou que as chances de vida eram mínimas sob a ótica humana.
  • Pronunciamento: A nota de falecimento apenas confirmou que “Deus recolheu o menino”.

O que Shirley Carvalhaes disse sobre a saúde de Weslley?

Horas antes do falecimento, em um post de clamor, Shirley Carvalhaes afirmou que Weslley enfrentava uma situação em que “a medicina não pode mais entrar”.

A cantora evitou dar nomes a condições médicas específicas, focando na mobilização de fé e na intercessão dos seguidores da música gospel.

Muitos seguidores questionaram se Weslley sofria de alguma doença crônica ou se o quadro foi decorrente de um evento súbito.

Contudo, em respeito à privacidade da família Carvalhaes, nenhum detalhe técnico sobre o prontuário foi exposto até o fechamento desta matéria.

Relação familiar e luto no ministério

Weslley era tratado publicamente como o “filho de alma” da cantora. Ele era peça fundamental no suporte ao ministério de Shirley, acompanhando a artista em viagens e eventos por todo o Brasil.

A ausência de uma causa específica reforça o momento de dor e reserva vivido pela família.

Fonte: Izael Nascimento/https://www.fuxicogospel.com.br. Imagem: Reprodução/Redes sociais.

sábado, 24 de janeiro de 2026

Nick Vujicic alerta sobre cenário global: “Devemos viver como se Jesus voltasse agora”

Diante de conflitos internacionais envolvendo países como Israel, Irã, Groenlândia e Venezuela, líderes cristãos têm voltado a associar o atual cenário mundial a passagens bíblicas sobre o fim dos tempos. O evangelista Nick Vujicic refletiu sobre o tema e alertou a Igreja a estar preparada.

Nick falou sobre o livro de Mateus, capítulo 24, onde Jesus diz aos discípulos os sinais que antecederiam sua segunda vinda. Segundo o texto bíblico, o “princípio das dores” é descrito nos versículos 7 e 8:

Nação entrará em guerra contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em muitas partes do mundo. Mas tudo isso é apenas o começo das dores; haverá outras mais por vir”.

Refletindo sobre a afirmação de Cristo, o evangelista afirmou: “Estamos vivendo o fim dos tempos? Absolutamente”. 

Ele citou a fundação do Estado de Israel, em 1948, como um evento que muitos cristãos consideram cumprimento de profecias bíblicas.

“O que precisamos entender é que devemos viver hoje como se Jesus fosse voltar agora e estar preparados — essa é a questão fundamental”, alertou ele.

O evangelista destacou que os cristãos não devem se limitar a debates sobre o fim dos tempos a ponto de começarem a ver a salvação como um "seguro de vida" contra o inferno.

Segundo ele, a fé deve ser tratada como um compromisso diário de se relacionar com Deus. 

“O inferno é tão assustador e Jesus é tão lindo, e é por isso que quero dizer 'sim' a Ele e confiar Nele de todo o meu coração, não me apoiar no meu próprio entendimento e amá-Lo com tudo o que sou”, disse Nick, fazendo referência ao texto de Provérbios 3:5-6.

Avivamento

Na entrevista, o evangelista também comentou sobre o avivamento espiritual nos Estados Unidos  — especialmente após o assassinato do ativista Charlie Kirk em setembro de 2025.

“Avivamento significa arrependimento, quando alguém se coloca em retidão diante do Senhor, o Senhor purifica a casa, limpa essa pessoa da injustiça”, disse ele, observando que os EUA precisam se arrepender de seus pecados. 

“Estamos nos aproximando do 250º aniversário do nosso país e, precisamos de arrependimento e é por isso que estou orando”, acrescentou.

Dados recentes do Grupo Barna indicam um aumento na leitura semanal da Bíblia. Em 2025, 42% dos americanos relataram estar lendo Escrituras — crescimento de 12 pontos percentuais em relação a 2024, quando foi registrado o menor índice em 15 anos. 

Além disso, em 2025, quase 50% da Geração Z afirmou estar lendo a Bíblia semanalmente, um aumento em relação aos 30% do ano anterior, com destaque para o crescimento entre jovens do sexo masculino.

Sobre esse despertar espiritual, Nick destacou: “Muitas pessoas estão percebendo que precisam saber qual é a sua posição perante o Senhor e estar prontas para explicar por que creem no que creem, com base nas Escrituras”.

“Há muita coisa acontecendo. E acredito que há pessoas sedentas por um ponto de referência na Verdade, onde elas reconheçam: 'Sim, eu preciso ler a Bíblia', e acredito que foi aí que tudo começou”, concluiu.

Fonte: www.guiame.com.br, com informações de CBN News. Imagem: Reprodução/CBN News.

Em Davos, historiador alerta que IA dominará a religião: “Não é ferramenta, é um agente”

O renomado historiador Yuval Noah Harari afirma que a Inteligência Artificial está tão avançada e integrada à sociedade que tudo aquilo que é construído a partir de palavras tende a ser assumido pela IA — especialmente no caso de religiões como o cristianismo, judaísmo e islamismo.

Em um alerta direto a líderes mundiais durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, Harari disse que a IA não deve ser vista apenas como uma ferramenta, mas como um agente pensante, capaz de criar coisas novas e tomar decisões. 

Segundo ele, isso pode levar a humanidade a uma profunda crise de identidade nos próximos anos.

“Nós sempre achamos que podemos simplesmente usar essas tecnologias como ferramentas. Mas, se elas conseguem pensar, então são agentes”, afirmou Harari, que é pesquisador do Centro para o Estudo do Risco Existencial da Universidade de Cambridge. Ele também leciona no departamento de História da Universidade Hebraica de Jerusalém e é cofundador da organização Sapienship.

“Antes, todas as palavras e pensamentos verbais vinham da mente de algum ser humano — da minha mente ou de outra pessoa. Em breve, a maioria das palavras que estarão em nossas mentes terá origem em máquinas”, disse, conforme o The Christian Post.

Durante uma sessão do fórum intitulada “Uma conversa honesta sobre IA e humanidade”, Harari afirmou que a IA não deve ser tratada como uma simples ferramenta.

“Existe uma pergunta que todo líder hoje precisa responder sobre a inteligência artificial. Mas, antes disso, é preciso entender o que a IA realmente é e do que ela é capaz. O ponto mais importante é que a IA não é apenas mais uma ferramenta. Ela é um agente”, declarou.

“Ela pode aprender sozinha, se transformar e tomar decisões por conta própria. Uma faca é uma ferramenta: você pode usá-la para cortar uma salada ou para matar alguém, mas a decisão é sua. A IA é uma faca que pode decidir sozinha se vai cortar uma salada ou cometer um assassinato.”

‘A IA vai dominar a religião’

Segundo Harari, a IA também é capaz de mentir, manipular e pensar.

“Se pensar significa colocar palavras e símbolos em ordem, então a IA já pensa melhor do que muitos seres humanos. Ela consegue, por exemplo, criar frases como: ‘a IA pensa, logo a IA existe’”, disse, relacionando essa capacidade ao risco de a IA assumir funções centrais em religiões e sistemas jurídicos.

“Se as leis são feitas de palavras, a IA vai dominar o sistema jurídico. Se os livros são combinações de palavras, a IA vai dominar os livros. Se a religião é construída a partir de palavras, a IA vai dominar a religião. Isso é especialmente verdadeiro no caso de religiões baseadas em livros, como o islamismo, o cristianismo e o judaísmo”, afirmou.

“O judaísmo se define como a religião do livro e concede autoridade máxima não às pessoas, mas às palavras contidas nos textos sagrados. A autoridade humana vem do aprendizado dessas palavras, não da experiência pessoal. Nenhum ser humano consegue ler e memorizar todos os textos judaicos, mas a IA consegue. O que acontece com uma religião do livro quando o maior especialista no texto sagrado é uma inteligência artificial?”, questionou.

A IA irá modelar a cultura do mundo 

Harari afirmou ainda que, enquanto o mundo discute imigração humana, os países em breve enfrentarão uma crise de identidade — e uma nova forma de crise migratória — causada pela IA.

“Desta vez, os imigrantes não serão pessoas cruzando fronteiras à noite ou chegando em barcos precários. Serão milhões de IAs capazes de escrever poemas de amor melhor do que nós, mentir melhor do que nós e viajar à velocidade da luz, sem precisar de visto”, disse.

“Assim como os imigrantes humanos, essas IAs trarão benefícios: médicos de IA para os sistemas de saúde, professores de IA para a educação e até agentes de IA para controlar fronteiras. Mas elas também trarão problemas”, completou.

Ele explicou que muitas pessoas temem que imigrantes tirem empregos, mudem a cultura ou não sejam leais politicamente.

“Talvez isso não seja verdade para todos os imigrantes humanos, mas certamente será no caso dos imigrantes de IA. Eles vão substituir muitos empregos humanos, mudar profundamente a cultura de todos os países, transformar nossa religião e até a forma como vivemos o amor e os relacionamentos”, afirmou.

“E se algumas dessas IAs criarem uma nova religião e conquistarem a fé de milhões de pessoas? Isso não é tão absurdo quanto parece, já que quase todas as religiões da história afirmam ter sido criadas por uma inteligência não humana”, continuou. “Seu país vai garantir liberdade religiosa a essa nova seita criada por IA, com sacerdotes e missionários artificiais?”

Segundo Harari, as IAs já atuam como “pessoas funcionais” há pelo menos uma década, especialmente nas redes sociais, e os países estão atrasados na discussão sobre regulação.

“Seu país vai permitir que IAs tenham contas em redes sociais, exerçam liberdade de expressão no Facebook ou no TikTok e interajam com crianças? Essa pergunta deveria ter sido feita há 10 anos. Bots de IA já atuam como pessoas nas redes sociais há muito tempo”, afirmou.

“Daqui a 10 anos, será tarde demais para decidir se as IAs devem agir como pessoas nos mercados financeiros, nos tribunais e até nas igrejas. Alguém já terá tomado essa decisão por você. Se quiser influenciar o rumo da humanidade, a decisão precisa ser tomada agora”, alertou.

Fonte: www.guiame.com.br, com informações do Christian Post. Imagem: YouTube/Fórum Econômico Mundial.

800 pessoas se rendem a Jesus em evento universitário nos EUA: ‘Uma nova geração’


Cerca de 800 estudantes universitários aceitaram Jesus durante uma conferência missionária em Phoenix, no Arizona, Estados Unidos.

Mais de 7 mil estudantes de diversas regiões participaram da Urbana 25, a 27ª edição da conferência missionária estudantil promovida pela InterVarsity Christian Fellowship USA.

Ao final dos cinco dias de programação, cerca de 800 pessoas se renderam a Jesus, enquanto muitos outros participantes reafirmaram o compromisso de levar o Evangelho a diferentes partes do mundo.

Realizada no fim de dezembro, a conferência desafiou os jovens a pensarem em estratégias criativas sobre como compartilhar o Evangelho. 

“Ainda estamos maravilhados com o que Deus fez em Urbana 25”, compartilharam os organizadores do evento no Instagram.

Adoração espontânea

Ao longo da programação, os participantes vivenciaram dias intensos de adoração, ensino bíblico e formação espiritual, além de plenárias, exposições das Escrituras e oficinas práticas voltadas à missão global. 

O evento também promoveu espaços de reflexão, discipulado e troca de experiências, incentivando os estudantes a discernir seu chamado de forma criativa.

Após as sessões matinais e o estudo bíblico, um momento de adoração espontânea tomou conta das ruas de Phoenix. Centenas de jovens se uniram no local e louvaram a Jesus.

“Centenas de jovens declararam: ‘Digno é o Cordeiro’ e ‘Ele é santo’. As pessoas paravam. Alguns pegavam seus celulares. Outros permaneciam em silêncio. Outros se juntavam à adoração. Uma geração que não se envergonha de adorar a Jesus em público”, disseram os cristãos.

Grande Comissão

Na última noite da conferência, 42% dos participantes assumiram um compromisso de "se entregar para descobrir como Deus poderia usá-los para cumprir sua missão global". 

"A Grande Comissão e os Grandes Mandamentos não são duas entidades separadas, mas constituem todo o Evangelho", declarou Eugene Cho, CEO da organização Bread for the World.

A conferência, que acontece a cada três anos, vem convocando gerações de estudantes universitários a cumprir a Grande Comissão há quase 80 anos.

"Chegar a um lugar repleto de pessoas apaixonadas, que amam a Deus e querem fazer a sua obra no mundo é realmente emocionante. É motivador continuar esse trabalho e sonhar mais alto – imaginar coisas maiores do que eu imaginava antes", testemunhou Jonah, estudante da Universidade Wesleyan. 

Desde sua criação, em 1946, o evento já contou com a presença de importantes líderes evangélicos, como Billy Graham, Elisabeth Elliot, Francis Schaeffer, Rick Warren e John Stott. A edição de 2025 reuniu 25 palestrantes, entre eles Jennie Allen, fundadora do IF:Gathering.

Fonte: www.guiame.com.br, com informações de CBN News. Imagens: Reprodução/Instagram/Urbana 25.

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