sexta-feira, 13 de março de 2026

Senadora Damares Alves é destaque nacional por sua defesa da família e dos direitos humanos

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que atua com destaque em pautas conservadoras e de proteção à criança e à mulher, foi a primeira voz nacional a denunciar o tráfico de adolescentes e exploração sexual de jovens na região do Marajó (PA), assunto que virou manchete na imprensa internacional.

Recentemente, neste mês de março de 2026, a senadora ela cobrou revisão das políticas de violência contra a mulher; propôs o endurecimento de penas para homicídios contra menores; denunciou redes de tráfico humano no Marajó; e criticou a indicação de Erika Hilton (uma mulher trans) para a presidência da Comissão de Direitos da Mulher.

DESTAQUES RECENTES

Violência contra a mulher: Damares Alves Cobrou ações mais efetivas após casos de feminicídio, classificando a situação como epidemia, apesar das estruturas existentes.

Proteção à infância: A Comissão de Direitos Humanos (CDH), onde atua a senadora, aprovou projeto de sua autoria (PL 555/2026) que aumenta penas para homicídio e lesão corporal contra crianças e adolescentes.

Críticas e pautas políticas: Criticou a indicação da deputada Erika Hilton para a Comissão de Direitos da Mulher, defendendo pautas identitárias. Também mencionou que o apoio do Governo Federal a ditaduras – como a do Irã - impactará as eleições gerais deste ano.

Combate ao tráfico infantil: Denunciou o aumento do desaparecimentos de crianças na região do Marajó, cobrando ação do Estado.

Bullying e doenças raras: Repudiou casos de bullying contra pessoas com doenças raras, mencionando episódios recentes.

Damares Alves continua ativa na oposição ao atual Governo Federal, com foco em direitos humanos, infância e famílias.

A senadora Damares é advogada, pastora evangélica e filiada ao partido Republicanos. Tornou-se conhecida nacionalmente ao ser nomeada ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, no governo de Jair Bolsonaro (PL), em janeiro de 2019.

Damares Alves foi eleita senadora da República pelo Distrito Federal nas eleições de 2022.

Fonte: Da Redação, com informações do Senado Federal e agências. Imagem: Waldemir Barreto/Agência Estado.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Nicodemus refuta falácia de Porchat sobre a Bíblia em fala a respeito do aborto


O teólogo e pastor Augustus Nicodemus Gomes Lopes comentou declarações feitas pelo humorista Fábio Porchat sobre a Bíblia durante uma entrevista concedida a um podcast. A manifestação do pastor ocorreu após a circulação nas redes sociais de um trecho da entrevista em que Porchat mencionou o conteúdo bíblico ao discutir o tema do aborto.

Durante participação no Flow Podcast, Porchat questionou a influência de argumentos religiosos no debate sobre o aborto. Ao abordar o tema, ele afirmou que a narrativa bíblica da criação indicaria que a vida começa quando o ser humano passa a respirar.

Na entrevista, o humorista citou o Livro de Levítico ao mencionar a criação do ser humano. Segundo ele, a interpretação do texto bíblico não deveria ser utilizada para interferir em decisões individuais sobre o tema.

Em resposta, Nicodemus afirmou que a referência apresentada pelo humorista não corresponde ao conteúdo do livro citado. O pastor explicou que o relato da criação do ser humano está descrito no Livro de Gênesis, e não em Levítico.

Segundo o teólogo, a confusão entre os textos demonstra falta de familiaridade com a estrutura da Bíblia. Ele também contestou a caracterização feita por Porchat sobre os autores das Escrituras.

Nicodemus afirmou que os textos bíblicos foram produzidos por autores com formação intelectual relevante dentro de seus contextos históricos. Como exemplo, citou personagens reconhecidos na tradição bíblica por sua produção literária e influência cultural.

Entre eles estão o profeta Isaías, o líder israelita Moisés e o apóstolo Paulo de Tarso, conhecido por suas cartas que compõem parte do Novo Testamento.

O pastor também contestou a comparação feita por Porchat entre a criação de Adão e o desenvolvimento de um feto durante a gestação. Segundo Nicodemus, o relato bíblico descreve a criação de Adão como um ato único, distinto do processo biológico de formação de um ser humano.

Para o teólogo, interpretações imprecisas de textos bíblicos frequentemente surgem quando as Escrituras são citadas fora de seu contexto. Ele afirmou que críticas ao conteúdo da Bíblia devem considerar o conjunto da obra e seu contexto histórico e literário.

Nicodemus concluiu dizendo que debates sobre temas morais e religiosos devem partir de interpretações adequadas das fontes citadas, a fim de evitar equívocos na compreensão do conteúdo bíblico.

Fonte: Thiago Chagas/noticias.gospelmais.com. Imagem: Divulgação/zipnewsonline.com.

Na ONU, Igreja Católica alerta para a escalada da perseguição contra cristãos no mundo

O observador permanente da Igreja Católica junto às Nações Unidas em Genebra, arcebispo Ettore Balestrero, denunciou nesta semana que os cristãos continuam sendo o grupo religioso mais perseguido em todo o planeta.

A declaração foi feita durante evento intitulado “Ao lado dos cristãos perseguidos: defender a fé e os valores cristãos”, realizado em 3 de março na sede da organização na Suíça .

Balestrero apresentou números que, segundo ele, evidenciam a gravidade da situação. “Quase 400 milhões de cristãos em todo o mundo enfrentam perseguição ou violência, o que os torna a comunidade religiosa mais perseguida do mundo”, afirmou. “Isso significa que um em cada sete cristãos é afetado” .

Os dados citados pelo representante vaticano indicam que aproximadamente 5 mil cristãos foram mortos por causa de sua fé ao longo de 2025, média de 13 mortes por dia . Pesquisas recentes da organização Portas Abertas apontam número ainda maior: 388 milhões de cristãos sofrem atualmente com perseguição e discriminação severas em âmbito global .

Mártires e responsabilidade estatal

O arcebispo estabeleceu distinção entre a perspectiva religiosa e o direito internacional em relação às vítimas. “Aqueles que foram mortos por causa de sua fé são mártires no sentido etimológico do termo: testemunhas de seu credo que incarnam valores que desafiam a lógica do poder”, explicou. “Da perspectiva do direito internacional, no entanto, eles são vítimas de violações escandalosas dos direitos humanos” .

Balestrero enfatizou que a responsabilidade fundamental pela proteção dos fiéis recai sobre os governos. “Um Estado deve respeitar a liberdade de religião ou de credo e abster-se de interferir na capacidade de indivíduos ou grupos professarem sua fé em privado ou em público por meio do culto, da prática e do ensino”, declarou .

O representante do Vaticano alertou que a impunidade contra a perseguição religiosa permanece como um dos problemas mais graves no enfrentamento à perseguição religiosa global. A proteção, segundo ele, deve alcançar os fiéis antes, durante e depois de eventuais ataques .

Perseguição velada e discriminação institucional

Além da violência física, o arcebispo chamou atenção para formas menos visíveis de opressão. “Entre estas, existe uma espécie de perseguição velada, que muitas vezes assume a forma de discriminação através da marginalização gradual e da exclusão da vida política, social e profissional, mesmo em terras tradicionalmente cristãs” .

Dados apresentados por Balestrero indicam que, somente em 2024, foram registrados mais de 760 crimes de ódio contra cristãos no continente europeu, conforme relatório do Gabinete para as Instituições Democráticas e os Direitos Humanos da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) .

O representante Vaticano citou casos recentes de restrições legais a expressões públicas da fé cristã, incluindo ações judiciais contra indivíduos por oração silenciosa perto de clínicas de aborto ou por referência a passagens bíblicas sobre questões sociais.

“Estas não são ações superficiais. São violações graves dos direitos dos cristãos, perpetradas pelas próprias autoridades que têm o dever de respeitar, proteger e promover os direitos humanos de todos”, afirmou .

Panorama global da perseguição

A Lista Mundial da Perseguição 2026, divulgada pela organização Portas Abertas em janeiro, aponta a Coreia do Norte como o país mais perigoso para cristãos, seguida por Somália, Iêmen, Sudão e Eritreia. O relatório destaca que 15 países apresentam nível máximo de perseguição, com destaque para a ascensão da Síria ao sexto lugar após aumento de violência contra comunidades cristãs .

A África Subsaariana concentra os maiores índices de violência letal. Dos cerca de 4.849 cristãos mortos por causa da fé no período analisado, aproximadamente 72% eram nigerianos. Sudão, Nigéria e Mali são os únicos países que atingiram pontuação máxima no indicador de violência .

Dimensão simbólica da cruz

Ao concluir seu discurso, Balestrero recorreu à simbologia cristã para ilustrar o significado dos ataques contra fiéis. “A cruz é formada por duas linhas que se cruzam: a vertical representa a abertura do homem à transcendência, enquanto a horizontal simboliza a ligação do homem com os outros” .

Segundo o arcebispo, os ataques na dimensão vertical buscam romper a relação entre a consciência e Deus, confinando a fé ao silêncio. Já os ataques na dimensão horizontal ocorrem quando os cristãos são perseguidos, privando a pessoa humana da capacidade de responder livremente ao chamado da verdade .

O representante católico concluiu defendendo que a salvaguarda da liberdade religiosa é essencial não apenas para proteger os fiéis, mas também para preservar a dignidade humana e a harmonia social. Com: The Christian Today.

Fonte: WILL/noticias.gospelmais.com. Imagem: Divulgação/Internet.

Indicação de parlamentar ‘trans’ à presidência da Comissão da Mulher gera críticas


A iminente escolha do parlamentar transexual Erika Hilton (PSOL-SP) – que se identifica como mulher, mas é do sexo masculino – para comandar a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados provocou manifestações de parlamentares que questionam a legitimidade de uma pessoa “trans” presidir o colegiado.

A indicação, feita pelo próprio partido da deputada, deve ser votada nos próximos dias e, se confirmada, tornará Hilton o primeiro parlamentar trans a ocupar a presidência da comissão desde sua criação.

O anúncio foi feito pela atual presidente do colegiado, deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG), durante manifestação do Dia Internacional da Mulher em Belo Horizonte no último domingo (8). “Faremos história ao colocar pela primeira vez uma mulher trans na presidência da Comissão de Mulheres da Câmara dos Deputados”, afirmou a parlamentar.

Críticas de parlamentares

A deputada federal Rosangela Moro (União Brasil-PR) manifestou-se contra a indicação, argumentando que o colegiado trata de temas diretamente ligados à realidade biológica feminina.

“Não se trata de discutir a pessoa. Se trata de discutir para que serve a Comissão das Mulheres. Muitos dos assuntos que tratamos são biologicamente de mulheres, como gestação, violência obstétrica, câncer de colo de útero e endometriose”, declarou. “Eu não posso concordar com a presidência da Comissão das Mulheres sendo atribuída, nesse caso, à deputada Erika Hilton”, disse a esposa do senador Sérgio Moro.

A deputada federal Delegada Ione (Avante-MG) também criticou a possibilidade. “Para lembrar das transexuais, estão esquecendo das mulheres. Para incluir um segmento da sociedade, estão excluindo outro”, afirmou.

Ela questionou a legitimidade do parlamentar trans para tratar de pautas do colegiado. “Qual a legitimidade da deputada Erika Hilton para debater sobre menstruar? Com que autoridade poderá presidir debates sobre dificuldades de ser mãe no Brasil?”. A parlamentar adiantou que pretende atuar para impedir a escolha.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) posicionou-se em vídeo publicado nas redes sociais, defendendo que estruturas institucionais destinadas à pauta feminina deveriam ser ocupadas por mulheres biológicas. “Sou mulher e ninguém vai tirar meu direito”, declarou, sugerindo que o Congresso avalie a criação de uma secretaria específica para temas da diversidade e população LGBTQIA+ .

No Rio de Janeiro, a vereadora Alana Passos (PL-RJ) afirmou que “a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher precisa ser presidida por alguém que represente as mulheres biológicas e esteja totalmente focada nas pautas urgentes como segurança, saúde e combate à violência”. Segundo ela, a escolha de Hilton “gera debate legítimo sobre critérios de representatividade” .

A deputada estadual Índia Armelau (PL-RJ) também se manifestou em tom crítico, classificando a indicação como “roubo de espaço das mulheres” e defendendo que cada grupo tenha sua própria comissão, sem interferir nos espaços destinados às mulheres.

A deputada estadual Mara Lima (Republicanos-PR), presidente da Comissão de Defesa da Mulher da Assembleia Legislativa do Paraná, acrescentou que o cargo exige experiência ligada à realidade feminina.

“Quem assume uma comissão dessa importância precisa ter conhecimento de causa. E isso tem que ser uma mulher que vive essas situações, como gravidez, ciclo menstrual e violência doméstica”, declarou. Para ela, a decisão representa perda de espaço político para as mulheres .

Fonte: WILL/noticias.gospelmais.com. Imagem: Reprodução/Redes sociais..

quarta-feira, 11 de março de 2026

Visita do assessor sênior de Trump a Bolsonaro pode refletir efeitos da Lei Magnitsky

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu nesta semana o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro para que o assessor sênior do governo americano Darren Beattie realize uma visita ao local de custódia do ex-mandatário.

O encontro está agendado para a quarta-feira, 18 de março, no período das 8h às 10h, no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, unidade conhecida como Papudinha, situada no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília .

Na decisão, Moraes esclareceu que a visita deverá ocorrer dentro do cronograma regular de dias permitidos para encontros com detentos na unidade prisional. A defesa de Bolsonaro havia solicitado a antecipação da visita para os dias 16 ou 17 de março, sábado e domingo respectivamente, argumentando que Beattie estará no Brasil durante a próxima semana.

O ministro, contudo, indeferiu o pedido de alteração das datas, fundamentando que “não há previsão legal ou circunstância excepcional para a modificação individual do cronograma ordinário de visitas” .

O magistrado autorizou também a presença de um intérprete durante a reunião, condicionada à identificação prévia junto às autoridades responsáveis pela administração penitenciária .

Perfil do visitante e críticas anteriores

Darren Beattie ocupa atualmente uma posição de alto escalão no Departamento de Estado dos Estados Unidos, sendo responsável pela formulação e supervisão das políticas e ações do governo americano em relação ao Brasil . Sua nomeação para o cargo ocorreu no final de fevereiro, em meio à reconfiguração da equipe diplomática do presidente Donald Trump .

O assessor acumula um histórico de declarações críticas às instituições brasileiras. Em julho de 2025, Beattie classificou o ministro Alexandre de Moraes como “o principal arquiteto do complexo de censura e perseguição dirigido contra o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro e seus apoiadores” em publicação na rede social X . As declarações geraram na ocasião um incidente diplomático, levando o Itamaraty a convocar o principal diplomata dos Estados Unidos em Brasília para esclarecimentos .

Contexto internacional e repercussão

A visita do assessor americano ocorre em meio a um cenário de tensões diplomáticas remanescentes entre Washington e Brasília. Em julho de 2025, o governo Trump aplicou sanções econômicas contra Moraes com base na Lei Global Magnitsky, acusando-o de violações de direitos humanos e restrições à liberdade de expressão .

As medidas, que também atingiram outros sete ministros do STF e familiares, foram suspensas em dezembro, após movimento de aproximação entre os presidentes Trump e Luiz Inácio Lula da Silva .

Paralelamente, tramita no Congresso americano um debate sobre a possível classificação de grupos criminosos brasileiros, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho, como organizações terroristas estrangeiras.

A medida, se aprovada, poderia implicar sanções adicionais e cooperação internacional mais ampla no combate a essas facções, gerando preocupações no governo brasileiro quanto à soberania nacional e à condução autônoma de suas políticas de segurança pública .

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) manifestou-se em suas redes sociais sobre a autorização da visita. Em publicação, agradeceu ao presidente Donald Trump, ao secretário de Estado Marco Rubio e ao assessor Darren Beattie pelo que classificou como “consideração” com o ex-presidente brasileiro .

A agenda de Beattie no Brasil inclui ainda participação em um evento sobre minerais críticos programado para a quarta-feira, 18, na cidade de São Paulo, no período da tarde.

Efeito da Lei Magnitsky?

Ao comentar a visita do enviado de Trump a Bolsonaro, o jornalista Paulo Figueiredo, que reside nos Estados Unidos, sugeriu que a decisão de Moraes pode ser reflexo dos efeitos da Lei Magnitsky contra ele e seus familiares.

“É muito importante que as pessoas entendam que Alexandre de Moraes continua designado como violador internacional de direitos humanos pelo Global Magnitsky Act. A designação não foi retirada”, disse ele, que completou:

“As penalidades financeiras impostas pelo OFAC contra ele foram SUSPENSAS apenas por uma conveniência da política externa americana, segundo nota do próprio Departamento de Estado. Isso sempre pode mudar, bastando apenas vontade do presidente Trump, sem necessidade de novo processo. Pessoalmente, creio que ver um amigo, idoso e doente, preso e com a prisão domiciliar humanitária negada, apesar dos laudos periciais, não ajudará o tirano.”

Fonte: WILL/https://noticias.gospelmais.com. Imagem: Divulgação/https://jovempan.com.br.


O porta-voz das Forças de Defesa de Israel (FDI), Avichay Adraee, publicou nesta terça-feira (10) uma série de comunicados em árabe dirigidos aos habitantes do sul do Líbano, recomendando a evacuação imediata das áreas situadas ao sul do Rio Litani. A medida ocorre em meio à intensificação dos ataques israelenses contra infraestruturas do grupo Hezbollah na região.

“Qualquer pessoa que esteja perto de agentes, instalações ou armas do Hezbollah está colocando sua vida em risco. Permanecer ao sul do Rio Litani pode colocar em risco sua vida e a vida de sua família”, alertou Adraee em publicação na plataforma X, acompanhada de mapas indicando as zonas de perigo .

Os alertas mais recentes incluem orientações específicas para os moradores das cidades costeiras de Tiro e Sidon. O porta-voz informou que as FDI realizarão ataques contra “infraestrutura militar terrorista do Hezbollah” nos arredores dessas localidades, divulgando a localização exata de edifícios utilizados pelo grupo e solicitando a saída imediata dos residentes .

Confrontos na fronteira e retaliação do Hezbollah

Paralelamente aos alertas de evacuação, o Hezbollah declarou ter lançado foguetes contra o norte de Israel pouco após a meia-noite desta terça-feira. Segundo comunicados do grupo, os ataques atingiram uma “reunião de soldados e veículos do Exército israelense” na cidade fronteiriça de Markaba, além de posições militares nas proximidades de Khiam e Aitaroun .

As FDI confirmaram que tropas da 36ª Divisão estão realizando operações terrestres limitadas visando a destruição de infraestrutura militar do Hezbollah em áreas próximas à fronteira. Desde o recrudescimento do conflito em 28 de fevereiro, os confrontos já resultaram em centenas de mortes em ambos os lados .

Ataques a instituições financeiras ligadas ao Hezbollah

Na segunda-feira (9), a Força Aérea israelense realizou uma série de bombardeios contra filiais da associação financeira Al-Qard Al-Hassan, descrita por Israel como uma instituição vinculada ao Hezbollah. Os ataques atingiram pelo menos seis edifícios que abrigavam agências da organização em diferentes pontos do Líbano, incluindo subúrbios ao sul de Beirute e áreas nas cidades de Tiro e Sidon .

O Exército israelense afirmou que as operações visavam “ativos e instalações de armazenamento de dinheiro” da Al-Qard Al-Hassan, alegando que os recursos seriam utilizados pelo grupo para financiar suas atividades e adquirir armamentos . De acordo com o Ministério da Saúde libanês, os bombardeios resultaram em pelo menos uma morte e doze feridos .

Contexto regional e desdobramentos políticos

As ofensivas israelenses no Líbano já resultaram na eliminação de líderes do Hezbollah e do Hamas, embora detalhes específicos sobre as baixas não tenham sido divulgados pelas autoridades militares. O governo libanês, por meio do presidente Joseph Aoun, manifestou disposição para retomar negociações indiretas visando interromper a escalada .

Paralelamente, o primeiro-ministro Nawaf Salam declarou que as atividades militares e de segurança do Hezbollah tornaram-se “ilegais” do ponto de vista do atual governo, sinalizando uma possível mudança na postura oficial em relação ao grupo. O governo libanês também aprovou o plano apresentado pelos Estados Unidos para o desarmamento da organização terrorista no território libanês .

A escalada militar ocorre em meio à eleição de Mojtaba Khamenei como novo líder supremo do Irã, sucedendo seu pai Ali Khamenei, morto em ataques no final de fevereiro. O Hezbollah, aliado estratégico do Irã, divulgou mensagem de congratulações ao novo líder iraniano, reafirmando os laços entre as duas forças .

Fonte: WILL/https://noticias.gospelmais.com. Imagem: Divulgação/Rádio PHS Gospel.

‘Nem agiota cobra os juros que o governo cobra’, diz Sóstenes sobre aposentados

O deputado federal Sóstenes Cavalcante afirmou que pretende apresentar um projeto de lei para suspender a oferta de empréstimos com juros elevados destinados a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A declaração foi feita durante entrevista em que o parlamentar comentou os debates da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS. Segundo ele, a proposta legislativa pretende limitar modalidades de crédito que, na avaliação do deputado, apresentam taxas consideradas excessivas.

De acordo com Cavalcante, atualmente existem três principais modalidades de crédito voltadas a beneficiários do INSS. A primeira teria taxas próximas aos padrões do mercado financeiro e à inflação. A segunda já apresentaria juros superiores aos índices inflacionários.

A terceira modalidade, segundo o parlamentar, seria destinada a aposentados que já se encontram com alto nível de endividamento. Nesse caso, ele afirmou que as taxas podem variar entre 18% e 23% ao mês.

Para o deputado, esses percentuais representam um custo elevado para os beneficiários. Ele afirmou que o objetivo do projeto é impedir a oferta desse tipo de crédito a aposentados e pensionistas.

Durante a entrevista, Cavalcante também declarou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia adotar uma medida mais rápida para enfrentar o problema. Segundo ele, o envio de uma Medida Provisória permitiria que o tema fosse analisado com prioridade pelo Congresso Nacional.

O parlamentar argumentou que a tramitação de um projeto de lei no Congresso Nacional do Brasil costuma ser mais demorada. Esse processo envolve votação tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal, podendo levar meses ou anos até a sanção presidencial.

Por esse motivo, Cavalcante afirmou que considera mais eficaz a adoção de uma medida provisória pelo Executivo para suspender temporariamente a oferta de crédito com juros elevados para aposentados, segundo informações do Pleno News.

Até o momento, no entanto, o governo federal ainda não anunciou o envio de uma medida provisória com esse objetivo.

Fonte: Thiago Chagas/https://noticias.gospelmais.com. Imagem: Divulgação/YouTube.com.

terça-feira, 10 de março de 2026

Pesquisa: 42,7% das evangélicas já sofreram violência doméstica: ‘Instruídas a se calarem’

Levantamento divulgado em 2025 pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em parceria com o Instituto Datafolha, aponta que 42,7% das mulheres evangélicas no Brasil afirmaram ter sofrido algum tipo de violência doméstica praticada por parceiros ou ex-parceiros ao longo da vida.

O estudo abrange agressões físicas, sexuais e outras formas de abuso no contexto de relacionamentos íntimos.

No recorte nacional, 32,4% das brasileiras com 16 anos ou mais relataram já ter vivenciado violência física ou sexual cometida por companheiros ou ex-companheiros. O índice supera a média global estimada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 27% para mulheres entre 15 e 49 anos .

Múltiplas formas de agressão e controle

A pesquisa detalha as diferentes manifestações de violência enfrentadas pelas mulheres. Entre as vítimas, 21,1% declararam ter sido forçadas a manter relações sexuais contra a própria vontade.

Humilhações ou xingamentos frequentes por parte do parceiro foram relatados por 32,4% das entrevistadas. O estudo também revela que uma em cada quatro mulheres brasileiras já sofreu agressão física dentro de um relacionamento .

O relatório ainda aponta outras formas de controle e abuso psicológico. Cerca de 29,1% das mulheres disseram que o parceiro invadiu celular (sem consentimento) ou computador para monitorar mensagens e atividades. Outros 17,1% afirmaram ter sido pressionadas a abandonar o trabalho ou os estudos por ciúmes do companheiro, caracterizando tentativa de isolamento e dependência .

Comparação entre grupos religiosos

O estudo revela diferenças nos índices de violência entre segmentos religiosos. Entre as mulheres evangélicas, 49,7% afirmaram ter vivido ao menos uma situação de controle ou violência dentro do relacionamento.

Entre católicas, o índice foi de 44,3%. A diferença, embora não expressiva, indica que a violência de gênero é um problema presente em ambos os contextos, com incidência ligeiramente maior entre evangélicas .

Bispa critica silêncio religioso e convoca mulheres para acolhimento

A bispa Sônia Hernandes, líder da Igreja Renascer em Cristo e do grupo Renascer Praise, manifestou-se publicamente sobre o tema em suas redes sociais. Em publicação, ela criticou a postura de silêncio adotada por alguns ambientes religiosos diante de casos de violência doméstica .

“Não podemos simplesmente ouvir histórias como estas e cruzar os braços! Mais de 40% de mulheres que sofrem como estas são cristãs e muitas são instruídas a se calarem em nome de Deus! Aonde está isso na Bíblia?”, questionou a bispa .

A declaração de Sônia Hernandes reflete uma preocupação recorrente em círculos religiosos. Relatos de vítimas frequentemente mencionam aconselhamentos que priorizam a preservação do casamento e a submissão como virtude cristã, em detrimento da denúncia e da proteção da mulher .

A bispa também convidou mulheres para o evento “+QV”, marcado para o dia 14 de março na sede da Igreja Renascer em São Paulo. Segundo ela, o encontro pretende incentivar o apoio, a orientação e o acolhimento para mulheres que enfrentam situações de violência, oferecendo um espaço seguro para compartilhamento de experiências e acesso a informações sobre direitos e recursos de proteção .

Iniciativas religiosas de enfrentamento

Diferentes denominações têm buscado formas de lidar com a questão. A própria Igreja Renascer, por meio de sua fundadora, já declarou atender cerca de 100 mulheres por mês em situação de violência, muitas chegando aos cultos com marcas físicas das agressões.

A igreja mantém grupo de advogados voluntários para orientação jurídica das vítimas e planeja expandir o programa “Tempo de Despertar”, voltado à ressocialização de homens agressores .

O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) divulgou comunicado orientando líderes religiosos a não se limitarem a aconselhar oração e paciência às vítimas, mas a encaminhá-las às autoridades competentes, sob pena de se tornarem cúmplices da violência .

Estudo acadêmico desenvolvido na Faculdade Evangélica das Assembleias de Deus no Brasil (FAECAD) aponta que, quando questionadas sobre a quem recorreria primeiro em caso de agressão, 50% das mulheres optaram pela família, 40% pela delegacia especializada e apenas 10% pela igreja, revelando a percepção de que as instituições religiosas nem sempre estão preparadas para acolher adequadamente essas vítimas .

A violência doméstica contra a mulher no Brasil permanece como problema estrutural, e os dados específicos sobre o segmento evangélico acendem alerta para a necessidade de atuação conjunta entre instituições religiosas, poder público e sociedade civil na proteção das vítimas e na promoção de relacionamentos saudáveis. Com: Exibir Gospel.

Fonte: Will/https://noticias.gospelmais.com. Imagem: Arquivo FolhaBV.

Evangelismo com Franklin Graham no Peru leva mais de 9 mil pessoas a Cristo

Mais de 9.400 pessoas declararam decisão de seguir a fé cristã durante um evento evangelístico liderado pelo evangelista Franklin Graham no Peru. A informação foi divulgada pelos organizadores do festival Esperanza Lima, realizado nos dias 7 e 8 de março.

O encontro ocorreu no Estádio Nacional do Peru, localizado na cidade de Lima. Segundo a organização, mais de 90 mil pessoas participaram presencialmente da programação ao longo dos dois dias, enquanto outros espectadores acompanharam o evento por transmissão online.

Na noite de abertura, cerca de 40 mil pessoas compareceram ao estádio para acompanhar as apresentações musicais e a mensagem de Graham. De acordo com os organizadores, milhares também permaneceram do lado de fora do local devido à lotação do espaço.

Durante a primeira mensagem, o evangelista pregou sobre a parábola do Filho Pródigo, descrita no Evangelho de Lucas, capítulo 15. Em sua fala ao público, Graham afirmou que a narrativa bíblica apresenta o retorno do filho arrependido ao pai como símbolo do relacionamento entre Deus e as pessoas.

O evangelista também compartilhou parte de seu testemunho pessoal, relatando que em sua juventude se afastou da fé cristã antes de retornar à prática religiosa. Segundo ele, a experiência de buscar caminhos próprios acabou levando a um sentimento de vazio espiritual.

Após a pregação, pessoas que manifestaram interesse em seguir a fé cristã foram encaminhadas para voluntários do evento. Esses participantes receberam orientação espiritual e foram incentivados a estabelecer contato com igrejas locais.

Segundo dia do evento

No domingo, Graham voltou a pregar para uma multidão estimada em 48 mil pessoas reunidas no estádio. Na mensagem, ele abordou a história bíblica de Bartimeu, descrita no Evangelho de Marcos, capítulo 10.

O relato narra o episódio de um homem cego que, segundo o texto bíblico, foi curado após clamar por Jesus. Durante a pregação, o evangelista destacou a importância da fé e da perseverança na narrativa.

De acordo com os organizadores, mais de 5.100 pessoas tomaram decisões de fé após a mensagem do segundo dia. Os novos participantes receberam exemplares da Bíblia em espanhol e materiais de discipulado distribuídos no local.

As organizações envolvidas no evento informaram que igrejas da região entrarão em contato com os participantes para oferecer acompanhamento espiritual e integração em comunidades cristãs locais.

Participação e programação

O evento também contou com apresentações de artistas cristãos e momentos de oração coletiva. A programação foi organizada por equipes de voluntários e igrejas parceiras que atuaram na recepção do público e no apoio aos participantes.

O último dia do festival coincidiu com o Dia Internacional da Mulher. Durante a programação, as organizadoras distribuíram bolsas cor-de-rosa às mulheres presentes como parte da celebração realizada no local.

Fonte: Thiago Chagas/https://noticias.gospelmais.com. Imagem: Divulgação/Internet.

Justiça arquiva inquérito da PF contra pesquisadora crítica ao movimento trans

A pesquisadora e influenciadora digital Nine Borges foi absolvida em um inquérito conduzido pela Polícia Federal no Distrito Federal. A investigação apurava acusações de transfobia com base na interpretação da legislação brasileira que equipara discriminação por identidade de gênero ao crime de injúria racial.

O procedimento foi aberto após representação apresentada por Symmy Larrat, atual chefe da Secretaria Nacional LGBTQIA+, vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos.

A investigação teve origem em publicações feitas por Borges nas redes sociais em 2024. Em um vídeo, a pesquisadora apresentou dados sobre repasses de recursos públicos para organizações da sociedade civil ligadas à pauta LGBT.

Segundo ela, as informações foram obtidas no Portal da Transparência. Os dados indicariam transferências superiores a R$ 5 milhões para organizações do setor, incluindo mais de R$ 3 milhões destinados à Aliança LGBTI+.

De acordo com a pesquisadora, a entidade passou a operar um projeto denominado “Plataforma do Respeito”. Borges também afirmou ter identificado possíveis irregularidades relacionadas ao endereço de registro de organizações envolvidas.

Segundo seu relato, diferentes entidades com registros jurídicos distintos teriam compartilhado o mesmo endereço. Entre elas estaria uma organização anteriormente presidida por Larrat.

Após a divulgação do conteúdo, Larrat apresentou representação contra a pesquisadora, alegando que as declarações configurariam transfobia. Borges, que reside no Reino Unido há mais de uma década, informou ter sido intimada por e-mail no decorrer da investigação.

Para acessar os autos do processo, a pesquisadora declarou ter contratado representação jurídica. Segundo ela, os custos foram cobertos por meio de campanha pública de arrecadação.

Borges afirmou ainda que o foco da investigação deveria ter sido a análise dos repasses de recursos públicos. Em entrevista à revista Oeste, declarou que considerou inadequada a abertura de investigação contra quem apresentou a denúncia.

Além do caso no Distrito Federal, Borges também é alvo de outro inquérito conduzido pela Polícia Federal no estado de Minas Gerais. A investigação está relacionada a declarações feitas pela pesquisadora durante participação no podcast Inteligência Ltda..

Nesse episódio, ela comentou políticas públicas relacionadas à pauta LGBT e criticou o que chamou de influência ideológica em instituições públicas.

O procedimento ainda aguarda decisão da delegada responsável pela investigação, que conduziu o depoimento da pesquisadora recentemente.

Fonte: Thiago Chagas/https://noticias.gospelmais.com. Imagem: Divulgação/Internet.

segunda-feira, 9 de março de 2026

Especialista em profecias bíblicas aponta conexões entre guerra no Irã e o fim dos tempos

Desde o início da guerra no Irã, muitos cristãos têm buscado entender se o conflito pode ter alguma relação com profecias bíblicas sobre o fim dos tempos. Ao comentar o cenário atual, o pastor americano Jack Hibbs, especialista em profecias bíblicas, apontou várias passagens da Bíblia que podem estar conectadas aos acontecimentos no Oriente Médio.

Um dos pontos destacados pelo pastor envolve a previsão de Jesus sobre guerras no fim dos tempos. Em Mateus 24:6, Jesus disse: 

“Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras. Fiquem atentos e não se assustem, porque é necessário que isso aconteça, mas ainda não é o fim.”

Para Hibbs, essa advertência de Jesus mostra que os cristãos não devem ser surpreendidos pelas guerras ao redor do mundo.

O pastor também destacou que as profecias bíblicas são dadas com antecedência para fortalecer a fé das pessoas quando os acontecimentos se cumprem.

“Jesus disse em João 14:29: “‘Isso eu falei agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vocês creiam’”, afirmou Hibbs à CBN News.

Profecias e os conflitos no Oriente Médio 

O pastor lembra que, na Bíblia, Deus se refere ao povo israelense como “a menina dos meus olhos” — por isso, os acontecimentos envolvendo Israel sempre têm grande relevância dentro da interpretação profética das Escrituras.

O pastor também chamou atenção para uma antiga profecia registrada no livro de Jeremias. A passagem menciona Elão, uma região que fazia parte do antigo Império Persa — território que hoje corresponde ao Irã.

“Assim diz o Senhor dos Exércitos: — Eis que eu quebrarei o arco de Elão, a fonte do seu poder. Trarei sobre Elão os quatro ventos dos quatro cantos da terra e os dispersarei na direção de todos esses ventos; e não haverá país aonde não cheguem os fugitivos de Elão. Farei com que o povo de Elão trema diante dos seus inimigos e diante dos que querem matá-los. Farei vir sobre os elamitas o mal, o furor da minha ira, diz o Senhor; e enviarei a espada após eles, até que eu os tenha destruído. Porei o meu trono em Elão e destruirei dali o rei e os oficiais, diz o Senhor. Mas, nos últimos dias, mudarei a sorte de Elão, diz o Senhor.” (‭‭Jeremias‬ ‭49‬:‭35‬-‭39‬)

Segundo Hibbs, a profecia pode estar relacionada à diáspora iraniana iniciada após a Revolução Islâmica de 1979, quando mais de um milhão de persas deixaram o país.

“Será possível que estejamos vendo o cumprimento de Jeremias 49:35–39, onde Deus agora está destruindo o rei e seus príncipes — seus descendentes — e Ele vai trazer de volta todos aqueles que foram expulsos?”, questionou o pastor.

Outro texto profético citado pelo pastor é ‭‭Ezequiel‬ ‭38‬:‭14‬-‭16:

“Assim diz o Senhor Deus: ‘Será que, naquele dia, quando o meu povo de Israel estiver vivendo em segurança, você não ficará sabendo? Você virá do seu lugar, dos lados do Norte, você e muitos povos com você, todos montados em cavalos, uma grande multidão e um poderoso exército. Você subirá contra o meu povo de Israel, como nuvem, para cobrir a terra. Nos últimos dias, trarei você contra a minha terra, para que as nações me conheçam, quando eu tiver revelado a minha santidade em você, ó Gogue, diante das nações.’”

Hibbs observa que, nos últimos anos, Israel tem neutralizado suas ameaças, como Hamas e Hezbollah. Ele acredita que, caso haja uma mudança no governo iraniano, Israel poderia viver um período de maior estabilidade — e isso poderia criar o cenário descrito na profecia de Ezequiel.

Outra passagem bíblica está em Isaías 17, que descreve a profecia sobre a destruição de Damasco, na Síria.

“Damasco deixará de ser cidade; ela se tornará um monte de ruínas. As cidades de Aroer serão abandonadas; serão dos rebanhos que ali se deitarão, e ninguém os espantará.” (‭‭Isaías‬ ‭17‬:‭1‬-‭2‬)

Ele destaca que a profecia diz que a cidade deixará de existir como um local habitado — algo que, segundo Hibbs, nunca ocorreu na história.

Por isso, ele faz um alerta: “Sempre mantenha os olhos em Isaías 17”.

Batalha espiritual por trás das guerras

Além das questões políticas e militares, Hibbs enfatizou que a Bíblia também apresenta uma dimensão espiritual por trás dos acontecimentos mundiais.

Ele citou o livro de ‭‭Daniel‬ ‭10‬:‭13‬, que menciona o “príncipe do reino da Pérsia” resistindo ao anjo Miguel, enviado por Deus.

“Existem principados espirituais designados sobre nações”, explicou o pastor.

Crescimento do cristianismo no Irã 

Apesar das tensões no Oriente Médio, Hibbs também destacou sinais de crescimento do cristianismo dentro do próprio Irã.

Ele observa que, nos últimos anos, houve “um grande número de downloads de Bíblias e materiais cristãos no país”. Além disso, há indícios de que a igreja iraniana está entre as que mais crescem no mundo atualmente.

Hibbs também comentou que os ataques promovidos pelo regime iraniano possuem uma forte motivação religiosa — muitos líderes muçulmanos no Irã acreditam que provocar um grande conflito global poderia acelerar a vinda do Mahdi, figura considerada o messias no islamismo xiita.

O pastor afirmou que, segundo essa crença, gerar caos e destruição poderia “acelerar” o surgimento do “messias islâmico”.

Fonte: guiame.com.br, com informações da CBN News. Imagem: Facebook/Jack Hibbs.

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