segunda-feira, 4 de maio de 2026

Mulher sobrevive após 39 minutos sem batimentos e médicos afirmam: “Verdadeiro milagre”

Uma mulher nos Estados Unidos sobreviveu a uma parada cardíaca após 39 minutos sem batimentos e surpreendeu os médicos que afirmaram que sua recuperação foi um “verdadeiro milagre”.

Após começar a passar mal em casa, Joy ligou para a filha, Melody Snelen, pedindo ajuda. Ao chegar, Melody encontrou a mãe sentada na calçada, com a mão no peito e em estado crítico, e a levou para o hospital. No entanto, durante o trajeto, o quadro se agravou. 

“De repente, ela vomitou no chão e seu corpo se contorceu. Em seguida, ela parou de respirar. Comecei a fazer compressões torácicas, fiz tudo o que pude”, relatou Melody.

Joy chegou ao hospital inconsciente e foi levada imediatamente para a sala de emergência. Apesar das tentativas de reanimação, os médicos não conseguiram encontrar pulso. 

Ela recebeu mais de 10 choques elétricos sem resposta e permaneceu cerca de 39 minutos sem batimentos cardíacos ou oxigenação — um intervalo que normalmente resulta em morte ou lesão cerebral irreversível.“Eu sabia que minha mãe estava morta. Eu podia sentir. Mas me recusei a aceitar. Algo dentro de mim dizia: 'Isso não acabou'”, afirmou a filha.

Milagre de Deus

Quando os médicos estavam prestes a declarar o óbito, a Dra. Brittany Owensby decidiu tentar uma técnica incomum chamada desfibrilação dupla simultânea — procedimento que utiliza dois desfibriladores ao mesmo tempo para aplicar choques no coração em diferentes direções para restaurar o ritmo cardíaco. 

Após fazer alguns exames, os médicos informaram que Joy tinha uma obstrução total em uma artéria do coração. Com isso, ela precisou colocar um stent e ficou em coma induzido durante a recuperação.

O médico Kevin Crismond, genro de Joy, explicou à família que o risco de sequelas neurológicas era alto devido ao longo período de reanimação.

Contudo, cinco dias após a parada cardíaca, Joy acordou, contrariando todas as expectativas médicas.

“Eu não sentia dor. Nem medo. Só sentia paz. Eu não tinha ideia consciente do que havia acontecido”, contou Joy.

Em poucos dias, ela já conseguia andar, se alimentar e recuperar as forças. Joy recebeu alta sem sequelas permanentes e passou a integrar os cerca de 3% das pessoas que sobrevivem a esse tipo de ataque cardíaco e se recuperam completamente. 

“Não sabíamos se ela teria uma recuperação neurológica completa. Quando soube que o tubo de respiração havia sido retirado e que ela estava falando e movendo todos os membros, pensei: 'Que verdadeiro milagre!'”, afirmou Brittany. 

Para Joy, sobreviver ao ocorrido foi um livramento de Deus: “Ele escolheu me trazer de volta. Nada é impossível para Jesus. Só quero adorar e louvar ao Senhor por me ajudar”.

Já Melody, disse que a experiência fortaleceu sua fé. “A paz que sinto ao saber que Deus realizou esse milagre permanece comigo”.

Hoje, Joy está completamente curada e continua inspirando outras pessoas com seu testemunho.

“Enquanto você estiver vivo, Deus será fiel para cumprir os propósitos para os quais te criou — para completar a boa obra em nós”, concluiu.

Fonte: https://guiame.com.br, com informações de CBN News. Imagem: Reprodução/CBN News.

Banda adora com 4.000 presos em prisão em El Salvador: ‘Em Cristo há liberdade'

Uma banda cristã levantou um altar de adoração em uma das maiores prisões de El Salvador, impactando milhares de detentos, na semana passada.

A banda guatemalteca “Miel San Marcos” realizou o momento de louvor dentro do Centro Penal La Esperanza, em San Salvador, no dia 22 de abril.

Mais de 4.000 presos participaram do encontro, formando um grande coral com o grupo cristão.

Um vídeo compartilhado no Instagram pelo “Miel San Marcos” mostra a multidão de detentos adorando a Deus, de mãos erguidas e olhos fechados, em um ambiente de quebrantamento.

Durante o culto, o músico Josh Morales pregou a esperança do Evangelho aos detentos. “O Rei dos reis está aqui, seu nome é Cristo Jesus! Ele morreu por ti na cruz do Calvário e por suas feridas somos sarados. Ele te ama”, declarou.

A banda relatou que recebeu a permissão do presidente de El Salvador, Nayib Bukele, para realizar o show dentro do presídio.

“Deus nos concedeu o privilégio de poder visitar uma das prisões de El Salvador para levar a mensagem de salvação e erguer um altar de adoração ao seu nome”, afirmou o grupo, nas redes sociais.

“Agradecemos ao Presidente da República de El Salvador, Nayib Bukele, às autoridades e ao Governo de El Salvador por sua abertura a este trabalho para que o Evangelho possa ser pregado”.

E destacou: “Cristo é o único que pode nos dar liberdade, perdão e salvação, somente em seu nome há vida eterna”.

Queda da criminalidade como resposta de oração

Durante décadas, El Salvador foi conhecida como a "capital do crime" do mundo, devido a gangues que aterrorizaram a população.

As facções MS-13 e Barrio 18 controlavam áreas urbanas e rurais, incluindo parte da capital San Salvador. 

No seu auge, as duas facções chegaram a ter 70.000 integrantes. Os criminosos eram temidos por seus métodos de crueldade e enriqueciam extorquindo comerciantes locais — estima-se que o crime prejudicava 16% do PIB nacional.

Após vencer as eleições presidenciais em 2019, Nayib Bukele iniciou o "Plano de Controle Territorial", com o objetivo de combater o crime e diminuir o número de assassinatos.

O presidente estabeleceu um regime de exceção e realizou prisões em massa, com mais de 80.000 supostos membros de gangues capturados.

O plano do presidente Bukele fez o número de assassinatos cair de 36 assassinatos para 1,9 a cada 100. 000 habitantes. A taxa é a menor da América Latina e mais de dez vezes inferior à do Brasil. 

Segundo o presidente, foi um milagre pacificar El Salvador e sua principal estratégia para combater as gangues foi orar.

“Em algumas semanas, o país foi transformado. O verdadeiro segredo era a oração. Nossa vitória impressionante se deve ao fato de termos vencido a guerra espiritual de maneira muito rápida", testemunhou.

Fonte: https://guiame.com.br/gospel.Imagem: Reprodução/YouTube/San Marcos Honey.

Homeschooling: Justiça de SP condena pais por ensinar filhas em casa

A Justiça de São Paulo condenou um casal de Jales (SP) por manter as duas filhas em regime de ensino domiciliar – chamado de homeschooling – durante três anos, reacendendo o debate sobre o direito dos pais na educação dos filhos e os limites da legislação brasileira.

A sentença fixou pena de 50 dias de detenção, em regime inicial semiaberto, mas com execução suspensa por dois anos. Como condições, os pais deverão prestar serviços à comunidade e matricular as filhas em uma escola regular, com frequência obrigatória.

O juiz Júnior da Luz Miranda, da 2ª Vara Criminal de Jales, no interior paulista, classificou a conduta como abandono intelectual, crime previsto no Código Penal.

Segundo os autos, os pais deixaram de levar as filhas à escola desde o início do ensino fundamental, optando por aulas ministradas pela mãe e por dois professores particulares. A prática continuou mesmo após intervenções judiciais na esfera cível.

Legislação brasileira

O magistrado afirmou que a legislação brasileira determina que os pais devem submeter os filhos ao ensino na forma regulamentada pelo Estado, considerada a única modalidade reconhecida para a educação básica.

Para ele, o ensino oferecido pela família foi insuficiente, limitado à transmissão de conteúdos técnicos e dissociado dos parâmetros da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), o que pode prejudicar a convivência social, o respeito à diversidade e o contato com a realidade.

O juiz também criticou a justificativa apresentada pela mãe, que afirmou buscar o reconhecimento do homeschooling no país.

Segundo a sentença, a ré “utilizou as filhas como objeto de uma luta ideológica”, violando o princípio do interesse superior da criança previsto na Convenção sobre os Direitos da Criança.

A defesa argumentou que o objetivo da família era contribuir para o debate nacional sobre educação domiciliar, mas o argumento foi rejeitado. A decisão é de primeira instância e cabe recurso.

ONU e o direito das famílias

O debate sobre o ensino domiciliar ultrapassa o campo jurídico nacional e envolve organismos internacionais. Segundo a reportagem, um relatório da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) reconhece o homeschooling como parte do direito das famílias à educação dos filhos.

O documento, intitulado “Homeschooling pelas lentes dos direitos humanos”, afirma que é “crucial” equilibrar a liberdade de escolha dos pais com a responsabilidade do Estado de garantir uma educação de qualidade às crianças.

A análise aponta que o tema não deve ser tratado apenas como infração legal, mas como uma questão que exige regulamentação e acompanhamento adequado, considerando tanto os direitos parentais quanto o desenvolvimento integral dos menores.

Projetos de lei no Brasil

Atualmente, o ensino domiciliar ainda não é regulamentado no país, mas existem propostas em tramitação no Congresso Nacional que buscam mudar esse cenário.

O principal texto em debate é o Projeto de Lei nº 1.338/2022, que já foi aprovado na Câmara dos Deputados e tramita no Senado Federal. A proposta altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para permitir a educação domiciliar na educação básica.

O projeto prevê que os pais possam assumir diretamente a educação dos filhos, desde que haja acompanhamento do poder público, avaliações periódicas e fiscalização do desempenho escolar.

Desde que chegou ao Senado, o texto tem sido discutido em audiências públicas e na Comissão de Educação, refletindo a divisão de opiniões entre especialistas, parlamentares e a sociedade.

Além desse projeto, o Projeto de Lei Complementar nº 118/2025 propõe autorizar a educação domiciliar e permitir que estados e o Distrito Federal regulamentem o tema. O texto aguarda a designação de relator na Câmara dos Deputados.

Outra tentativa ocorreu durante a discussão do novo Plano Nacional de Educação (PNE), quando parlamentares propuseram incluir o homeschooling como opção legal, desde que com acompanhamento e avaliação. A proposta, no entanto, não avançou.

Apesar das iniciativas, o avanço da regulamentação ainda é incerto, e o tema deve continuar em debate nos próximos anos.

Brasileiro é a favor

Enquanto o assunto segue em discussão no Congresso e na sociedade, o desafio permanece: como conciliar o direito da família de educar com a responsabilidade do Estado de garantir o pleno desenvolvimento das crianças.

Levantamento do DataSenado indica que o ensino domiciliar tem apoio relevante quando associado a regras. Segundo a enquete, 55% defendem o direito dos pais de optar pelo modelo, e 67% acreditam que ele deveria ser permitido no Brasil com regulamentação.

Ao mesmo tempo, a pesquisa aponta preocupação com o acompanhamento: 86% defendem avaliação do Estado e 83% destacam a importância da convivência escolar para o desenvolvimento das crianças. O cenário revela que, embora haja abertura ao homeschooling, a sociedade brasileira ainda busca equilíbrio entre liberdade familiar e responsabilidade educacional.

Fonte: https://guiame.com.br/gospel, com informações da Gazeta do Povo e Veja. Imagem: Divulgação/Internet.

Mulher sobrevive após 39 minutos sem batimentos e médicos afirmam: “Verdadeiro milagre”

Uma mulher nos Estados Unidos sobreviveu a uma  parada cardíaca  após 39 minutos sem batimentos e surpreendeu os médicos que afirmaram que s...