sexta-feira, 24 de abril de 2026

Membro do PCC se converte após ter visão em cela e se torna pregador: “A graça me salvou”

pastor Juliano Fraga, um pregador pentecostal reconhecido no Brasil, foi resgatado por Jesus após se perder no mundo do crime.

Em participação no podcast Bereano Prentecostal, Juliano contou que cresceu em uma família não cristã mas saudável em Campinas, no interior de São Paulo. Seu pai era policial militar e sua mãe dona de casa.

“Eu tive uma educação muito boa, tive pais maravilhosos”, disse o pastor. Apesar disso, Juliano se envolveu com más amizades na adolescência e acabou ingressando no crime.

Em 2005, ele foi preso, causando um baque para toda sua família. Nessa época, Juliano namorava uma jovem, que era filha de uma líder do Círculo de Oração.

Alvo de orações

Sem saber, o criminoso foi alvo de orações da sogra e de sua igreja. “Minha sogra orava muito na madrugada”, contou ele.

Dentro da prisão, Juliano mergulhou ainda mais no crime, se tornando membro da facção PCC (Primeiro Comando da Capital). Para lidar com o ócio do encarceramento, ele também usava drogas.

Sem nunca ter tido contato com o Evangelho, o jovem não gostava dos cristãos que realizavam evangelismo dentro da penitenciária. 

“Tinha cultos lá dentro. Eu não suportava crentes, porque para mim aquelas pessoas, que aprontaram como eu, falando de Jesus era algo muito paradoxal”, lembrou Fraga.

Porém, três anos depois, um membro do PCC – que hoje é cristão – convidou Juliano para ir a um culto da prisão em um domingo.

Palavra profética

Mesmo sob efeito de drogas, ele decidiu aceitar o convite e foi à reunião. Durante o culto, uma cristã entregou uma profecia para Juliano.

“Ela me chamou pelo meu nome e disse: ‘Assim diz o Senhor: Eu estou dando basta da sua vida no crime’”, relatou o pastor, ao podcast “Crente como a gente”.

A cristã ainda afirmou que Deus o visitaria durante uma madrugada, mas que não era para ter medo.

“Passado um tempo, eu estou dentro da cela no presídio e tenho uma visão extraordinária. Eu acordo de madrugada em lágrimas, chorando descontroladamente. Para alguém de uma facção, chorar era muito estranho e era Deus falando comigo”, testemunhou Fraga.

Impactado por Deus, Juliano começou a ler a Bíblia que havia ganhado de sua sogra. “A partir de então entrego minha vida para Jesus. Foi algo assim anormal, sair de uma facção e ir pra igreja. Porém, quando Deus chama não há possibilidade alguma do homem impedir”, disse ele.

Do crime ao púlpito

Após a conversão, Juliano foi batizado na penitenciária e começou a estudar as Escrituras. “Foi o período que eu mais cresci com Deus em conhecimento. Eu li a Bíblia, estudei muito, fiz diversos cursos de teologia EAD (Ensino à Distância) e ali foi uma fase de preparação no anonimato”, observou.

Depois de 7 anos, o ex-membro do PCC foi libertado e iniciou seu ministério de pregação. Mais tarde, Juliano passou a liderar cultos em uma prisão.

Hoje, ele atua como pregador itinerante e palestrante de teologia por todo o Brasil e outros países.

Juliano Fraga ressaltou que a graça de Deus tem o poder de alcançar o mais perdido dos pecadores. 

“Fiquei dez anos no sistema penitenciário, fazia parte de uma facção, a graça entrou lá dentro e me salvou. Jesus salva!”, declarou ele, em vídeo da AD Franco Jatobá no Instagram.

Fonte/https://guiame.com.br/gospel. Imagem/Instagram/Juliano Fraga.

Árbitro ora de joelhos em campo após jogador sofrer contusão em jogo do Brasileirão

Um momento de fé marcou a partida entre Brasil de Pelotas e São Joseense, na terceira rodada do Brasileirão da Série D, no último domingo (19), na cidade de Pelotas (RS).

Aos 16 minutos do jogo no estádio Bento Freitas, Júlio Rusch, do São Joseense, sofreu uma concussão e caiu. Em seguida, uma ambulância foi acionada, segundo o Globo Esporte.

Enquanto a equipe médica fazia o primeiro atendimento no campo, o árbitro Julio Cesar de Oliveira se ajoelhou e orou pela recuperação de Júlio com as mãos levantadas. 

Outros jogadores também se juntaram ao momento de intercessão. Logo depois, o jogador foi levado de ambulância ao hospital.

De acordo com o médico do São Joseense, o atleta apresentou náuseas e tontura, mas estava consciente e, por precaução, foi encaminhado ao pronto-socorro.

Após 30 minutos de paralisação para o atendimento do atleta, o jogo continuou e o Brasil de Pelotas venceu o São Joseense por 2 a 0. A vitória fez o Pelotas assumir a vice-liderança do grupo A16 da Série D.

Em nota, o São Joseense informou que Júlio Rusch está bem e consciente. Após o incidente, a foto do árbitro orando de joelhos pelo jogador repercutiu nas redes sociais.

“Agradeço as orações”

Em postagem no Instagram da página Acesso Imagens, que compartilhou a imagem, o jogador Rusch tranquilizou o público sobre seu estado de saúde.

“Pessoal estou bem, e em casa já com minha família. Agradeço as orações de todos”, declarou ele, nos comentários.

Muitos internautas elogiaram a atitude do árbitro Julio Cesar de Oliveira. “Eu nunca vi um árbitro ajoelhando no meio de uma situação! Eu aplaudo este juiz”, disse uma mulher, nos comentários da publicação.

E um homem afirmou: “Bravo, é uma vida e isto está além do esporte!”. Outro usuário escreveu: “O poder da oração pode salvar vidas, que atitude”.

Fonte/https://guiame.com.br. Imagem/Reprodução/YouTube/Metrópoles Esportes.

Bíblia no bolso salvou vida de soldado atingido por mina terrestre na Guerra do Vietnã

Uma antiga reportagem de jornal foi resgatada e compartilhada pela deputada norte-americana Nancy Mace. Ela contou que seu pai, veterano da Guerra do Vietnã, teve a vida preservada por uma Bíblia de bolso que carregava no uniforme militar.

Segundo Nancy, que representa o estado da Carolina do Sul, seu pai recebeu o exemplar para levar consigo durante o conflito.

Em 23 de janeiro, próximo a Saigon – atual Cidade de Ho Chi Minh, no Vietnã – o jipe em que ele estava atingiu uma mina terrestre.

Na explosão, estilhaços feriram seu rosto e suas pernas. No entanto, conforme o relato, a pequena Bíblia guardada no bolso frontal do uniforme impediu que os fragmentos alcançassem seu coração.

A história também foi registrada em uma reportagem antiga com o título “Pocket Bible Saves Man” (“Bíblia de bolso salva homem”). O texto identificava o militar como Capitão Emory Mace e relatava que ele seria levado de volta para casa após sobreviver ao ataque.

Nancy destacou ainda um detalhe que considerou marcante: o buraco causado pelos estilhaços terminou exatamente em 1 Coríntios 15, capítulo em que o apóstolo Paulo declara a vitória sobre a morte.

“A morte foi engolida pela vitória.”

Ao homenagear o pai, a deputada escreveu: “Gen. Mace, um homem notável, uma vida notável”.

Nancy Mace é deputada federal dos EUA pelo estado da Carolina do Sul e tem se destacado no cenário político americano por sua atuação no Congresso. Filha de militar, ela frequentemente compartilha memórias familiares e homenagens ao pai nas redes sociais.

Fonte/https://guiame.com.br. Imagem/Instagram/RepNancyMace.

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Influencer usa inteligência artificial para manipular imagens e sexualizar jovens evangélicas em igrejas; polícia de SP investiga

Jefferson de Souza é investigado por usar deepfake para manipular fotos de mulheres e adolescentes da Congregação Cristã do Brasil e simular cenas sensuais dentro de templos. Em depoimento à polícia ele negou a acusação.


A Polícia Civil de São Paulo investiga um influenciador digital acusado de usar inteligência artificial (IA) para manipular fotos de jovens evangélicas e inseri-las, sem autorização, em vídeos com conteúdo sexualizado dentro de igrejas da Congregação Cristã do Brasil (CCB). O g1 conversou com uma das vítimas.
Humorista, imitador de Silvio Santos e borracheiro, Jefferson de Souza, de 37 anos, é suspeito de divulgar nas redes sociais imagens de cunho sexual envolvendo mulheres e adolescentes alteradas pela técnica conhecida como deepfake. Em depoimento à polícia, ele negou a acusação.
As publicações foram feitas no YouTube, onde o influenciador mantém o canal "Humor do Crente", com mais de 11 mil inscritos, além de perfis no Instagram, no Facebook e no TikTok, onde se apresenta como "Silvio Souza", numa alusão ao apresentador Silvio Santos, e reúne aproximadamente 37 mil seguidores.
O inquérito foi aberto em fevereiro após uma estudante de 16 anos e seus pais procurarem a 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), em São Mateus, Zona Leste da capital paulista, para denunciar o influencer. Eles acusam Jefferson de ter alterado e erotizado a imagem da adolescente.
A foto dela foi feita em 2025, em frente ao altar da CCB do Brás, no Centro de São Paulo. Na época, a jovem tinha 15 anos e usava vestido abaixo dos joelhos e salto alto — vestimenta comum nos cultos.
No vídeo criado pelo influencer, além da estudante, foram inseridas outras três jovens — que ela não conhece e tampouco há confirmação de que sejam reais. As quatro aparecem com os braços erguidos e as bocas abertas. Duas delas usam minissaias, tipo de roupa que não costuma aparecer nas igrejas da CCB.
“Eu vi os vídeos”, diz a jovem ao g1. “Ele pegou a minha foto sem autorização e fez uma montagem com inteligência artificial, com as mulheres sensualizando na frente e [comigo] junto a elas.”
O g1 procurou Jefferson, mas ele não enviou resposta até a última atualização desta reportagem. Em um vídeo nas redes sociais, ele pediu desculpas. "Eu quero pedir desculpa, pedir perdão publicamente pelos vídeos que eu andei postando", diz o influencer. "Eu confesso que errei na minha forma de falar."

Expôs adolescentes e mulheres, diz delegada

Inicialmente, o caso foi registrado como simulação de cena de sexo ou pornografia com menor de 18 anos por meio digital, conforme o artigo 241-C do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A pena prevista é de 1 a 3 anos de reclusão, além de multa.
Com o trabalho da polícia para identificar outras vítimas, adolescentes e adultas, Jefferson também passou a ser investigado por suspeita de difamação.
“A gente está investigando esse caso de deepfake. Houve uma simulação dessas imagens dessas meninas, algumas delas adolescentes”, afirma ao g1 a delegada Juliana Raite Menezes, da 8ª DDM.
A polícia analisa diversos vídeos postados pelo influencer. Geralmente ele usa como música os vídeos o hino da Congregação Cristã do Brasil. A delegada pede que outras possíveis vítimas procurem a DDM.
Outra jovem relatou à ao g1 ter sido alvo do mesmo tipo de montagem. No caso dela, o influencer usou uma foto em que ela aparece de blusa de mangas compridas e saia longa, apoiada no banco da igreja, e criou um novo vídeo.
Nele, inseriu imagens de uma outra jovem com minissaia, além de Silvio Santos, vestido com o tradicional terno com microfone. Jefferson aparece comentando e criticando as roupas usadas pelas jovens.
Em algumas gravações, ele veste uma camiseta com o símbolo do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), fazendo uma paródia com as letras da emissora ao se definir como: "Sou Borracheiro, Trabalhador". O influenciador também já inseriu imagens do apresentador Ratinho.
Ele afirma ainda ser membro da Congregação Cristã do Brasil e faz comentários depreciativos sobre mulheres que usam véu branco, tradicional na igreja.
“Já fiz várias denúncias contra essa conta [do influencer]”, diz a vítima, confirmando que também acionou as autoridades. “Já entrei com um processo com todos que estão usando minha imagem.”


'Não queria ter sido exposta', diz adolescente

A estudante de 16 anos afirma que tenta superar o trauma após ter sua imagem manipulada sem consentimento. “Eu sou muito envergonhada, então não queria ter sido exposta. Eu tomo cuidado e também fico com medo disso afetar meu convívio social", afirma.
Ela conta que a foto foi feita apenas como registro de um momento de fé.
“Hoje em dia é bem comum tirar foto de si próprio ou tirar foto mesmo da igreja para falar que foi ao culto”, diz a garota. “Eu não tirei mais nenhuma [fotografia]. Eu não tirei mais de mim. Não tem mais nenhuma e também me gerou preocupação.”
Os pais dela também relatam o impacto emocional. “Do mesmo jeito que eu senti que fui ferida por mexer com a minha filha, eu também senti isso com as outras meninas”, lamenta a mãe. “Tira o sono.”
“Havia uma quantidade enorme de vítimas. Não só a minha filha”, diz o pai. “[Ele usou de] manipulação [de foto] com [vídeo de] conotação sexual que se agrava ainda mais com menores de idade... Isso tem que cessar".
A família entrou com ação na Justiça pedindo indenização por dano moral. “A apuração desse crime, bem como o processo de danos morais, é muito importante para que tenha um caráter educativo”, afirma o advogado William Valvasori.

O que especialistas dizem

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que o uso de IA não reduz a responsabilidade de quem cria ou divulga esse tipo de material.
“Em casos como o do vídeo em questão [de deepfake com as evangélicas], quem o produziu com a ajuda de IA é legalmente responsável pelo conteúdo que produziu, assim como as pessoas que curtem e compartilham, ajudando a disseminá-lo”, disse a advogada Nuria López.
Para a pesquisadora Laura Hauser, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o foco não deve ser o comportamento das vítimas. “Não é a vítima que tem que se cuidar. O predador que deve ser intimado a melhorar.”
Segundo ela, os vídeos misturam imagens das vítimas com cenas de mulheres com pouca roupa e conotação sexual, com o objetivo de difamar. “Não dá para o investigado dizer que não tinha a intenção de ofender se as ofensas forem claras.”
Sofia Schurig, pesquisadora na SaferNet Brasil _ ONG que atua na defesa dos direitos humanos na internet, recebendo denúncias e propondo políticas públicas no meio digital _ explica a origem do termo.
"Deepfake é uma palavra que surge em 2017, a partir de um usuário do Reddit [plataforma onde usuários compartilham conteúdos] que começou a publicar montagens com IA generativa [que cria imagens, vídeos e músicas] de celebridades em cenas e com textos de nudez. Ele publicou uma muito famosa da Gal Gadot, a atriz norte-americana que viralizou", explica Sofia.
Para Juliana Cunha, diretora da SaferNet, casos como este tendem a crescer com o avanço da tecnologia.
“É muito importante que vítimas dessa violência não se sintam culpadas”, disse Juliana. E emendou: “Sem dados, a gente não consegue influenciar mudanças de políticas públicas e de legislação.”
A organização conduz, há pouco mais de um ano, uma pesquisa sobre o uso ilegal de IA para gerar imagens de nudez e sexo envolvendo adolescentes e mulheres.
"A internet não é uma terra sem lei. As leis que nos protegem no mundo real também se aplicam no ambiente virtual”, afirma a delegada Juliana.
O inquérito, que começou na 8ª DDM da capital, foi encaminhado pela 1ª Vara de Crimes Praticados contra Crianças e Adolescentes de São Paulo à 2ª Vara da Comarca de Lençóis Paulista, no interior do estado, onde o investigado mora. O pedido foi feito pelo Ministério Público (MP).

O que diz o influencer

O g1 procurou Jefferson, mas ele não se pronunciou. Em um vídeo publicado no TikTok, o influencer comenta o comportamento de jovens na igreja e explica como produz os conteúdos.
"E a menina começa até fazer pose ali, né? Como se fosse tirar uma selfie ou fazer um vídeo. Você pode ver que a maioria das irmãzinhas que vai tirar foto... é dentro da igreja, elas tiram de costa", fala.
"Algumas mostram o rosto, mas mostrando a outras partes também. E hoje em dia as roupas que as irmã usam são roupas que marcam o corpo", critica Jefferson. "Eu acho assim, não tem nada a ver, tudo bem, cada um com a sua vida, mas eu não acho certo fazer filmagem dentro da igreja."
"No meu caso, eu posto os vídeos aqui quando eu comecei a fazer a brincadeira com a voz de Silvio Santos", explica o influencer na publicação.
"Porque eu gravo os vídeos que eu falo da Congregação. Que eu coloco a imagem da CCB aqui atrás, que eu canto, que eu brinco. Aí eu tenho um canal (...) . Pego a foto, as irmãs postando foto de costa, aí eu jogo na IA, a IA faz dançar."
"E eu faço isso. E eles falam que eu estou manchando a obra de Deus, que eu estou colocando mulheres seminuas. Mas não é, pessoal. Tem algumas que eu coloquei lá, mas é uma forma de chamar atenção para poder ganhar seguidores", continua Jefferson.
Em depoimento à polícia, por carta precatória, o influencer admitiu usar fotos de jovens evangélicas da Congregação Cristã do Brasil e ferramentas do TikTok para animar e manipular as imagens, transformando-as em vídeos.
Sobre a adolescente de 16 anos que o denunciou na delegacia, afirmou desconhecer que se tratava de uma adolescente e disse que, "em razão do porte físico", acreditou que fosse "uma pessoa adulta".
Também declarou que "negou ter vinculado a imagem da adolescente a fotografias de mulheres com pouca vestimenta ou a qualquer conteúdo sexualizado ou pornográfico".
Ele confirmou ser responsável pelos perfis nas redes sociais e disse que produz “conteúdo humorístico”, com imitações e críticas relacionadas à igreja da qual é fiel.
Segundo Jefferson, "a crítica associada à postagem representava sua opinião pessoal de que determinadas fotografias não seriam adequadas dentro da doutrina da igreja".
Afirmou ainda que acreditava que o uso da imagem não causaria problemas por já estar disponível na internet e que "negou qualquer intenção ofensiva específica contra a adolescente ou contra outras pessoas fora do contexto religioso".
Em outro vídeo postado no domingo de Páscoa, dia 5 de abril, Jefferson pediu "desculpas" aos "irmãos" da Congregação Cristã do Brasil pelos vídeos que postou com críticas à igreja.
"Eu quero pedir desculpa, pedir perdão publicamente pelos vídeos que eu andei postando", diz o influencer. "Eu confesso que errei na minha forma de falar."
Em nenhum momento ele menciona os deepfakes que fez com as adolescente e mulheres.
"Eu peço perdão a todos que se sentiram ofendidos (...) Eu prometo ser mais cauteloso."

O que dizem os citados

O SBT foi procurado pelo g1 para informar se Jefferson teve vínculo com a emissora e se adotará alguma medida pelo uso do logotipo na deepfake com as evangélicas da CCB, mas não respondeu até a última atualização desta reportagem.
Em nota, a Congregação Cristã do Brasil informou que não possui registro formal de membros e que apoia a adoção de medidas legais cabíveis por parte das autoridades a respeito das pessoas envolvidas.
"Estamos de pleno acordo com as medidas cabíveis de justiça, que se fizerem necessárias, preservando a individualidade e, sobretudo, o respeito para com as pessoas", diz trecho do comunicado da CCB.
As plataformas digitais também se manifestaram. O TikTok informou adotar tolerância zero para exploração sexual infantil e remover conteúdos desse tipo. O YouTube disse que retirou vídeos que violavam suas diretrizes. A Meta, responsável por Instagram e Facebook, não comentou.
Algumas das postagens misóginas feitas por Jefferson contras as evangélicas foram retiradas recentemente por ele ou pelas empresas de tecnologia.

Fonte: Kleber Tomaz/g1 SP. Imagens: Divulgação/Internet.

Soldado israelense destrói estátua de Jesus a marretadas no Líbano


SUL DO LÍBANO — As Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram oficialmente, neste domingo (19/04/2026), a veracidade de um vídeo que circula nas redes sociais mostrando um soldado israelense destruindo uma estátua de Jesus Cristo a marretadas.

O incidente ocorreu em um vilarejo de maioria cristã durante operações militares na região sul do Líbano.

Em nota oficial publicada na plataforma X (antigo Twitter), a cúpula militar israelense classificou o episódio como “extremamente grave” e afirmou que a conduta do soldado é totalmente incompatível com os valores éticos e operacionais esperados das tropas de Israel.

O Comando Norte da IDF já iniciou uma investigação criminal para identificar e punir todos os envolvidos na ação.

Reação de Benjamin Netanyahu

Nesta segunda-feira (20/04/2026), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, utilizou seus canais oficiais para condenar o ato. Segundo o premiê, a destruição do símbolo religioso fere os princípios de tolerância do Estado judeu.

“Condeno o ato nos termos mais veementes. As autoridades militares estão conduzindo uma investigação criminal e tomarão as medidas disciplinares cabíveis contra o infrator”, declarou Netanyahu, ressaltando que Israel preza pelo respeito mútuo entre todas as religiões.

Além das medidas punitivas, as IDF informaram que estão trabalhando em conjunto com as lideranças da comunidade local para auxiliar na recolocação da estátua em seu local original.

A instituição reiterou que o objetivo das operações no Líbano é desmantelar a infraestrutura do grupo Hezbollah, e não danificar patrimônios civis ou símbolos religiosos.

Fonte: Izael Nascimento/https://www.fuxicogospel.com.br. Imagem: Reprodução/Internet.

Assembleia de Deus em PE é acusada de negar velório a membro por estar em disciplina

IPOJUCA — A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE), no município de Ipojuca, é alvo de uma denúncia grave.

Familiares de um diácono, membro de longa data da instituição, acusam a liderança local de negar a realização do velório de um de seus filhos nas dependências da igreja, sob a justificativa de que o falecido estava sob disciplina eclesiástica.

A denúncia ganhou repercussão após a divulgação de um áudio gravado por Eliane, filha do diácono e irmã do falecido.

No relato, ela descreve o estado emocional do pai, que estaria “desolado” com a decisão da congregação onde serviu durante décadas.

Segundo a  família, a justificativa apresentada pela igreja foi de que o membro havia pecado e, por estar em processo de disciplina, não teria direito à cerimônia no templo.

No áudio divulgado, Eliane questiona a interpretação bíblica e a conduta da liderança diante do luto da família.

“Infelizmente o que eu vi ontem foi meu pai desolado porque a igreja se negou a fazer o velório do meu irmão, alegando que ele estava em disciplina”, afirmou.

A irmã do falecido ressaltou que, apesar da falha cometida pelo irmão, a família esperava compaixão da instituição.

“A Igreja dele não acolhe. Não acolhe um membro porque está em disciplina, não acolhe a família, a mãe e o pai desse membro que está sofrendo tanto pela partida de um filho”, lamentou no comunicado enviado aos membros da congregação.

A IEADPE possui normas internas rígidas quanto à disciplina de seus membros, que podem incluir o afastamento de cargos e atividades eclesiásticas.

No entanto, o caso em Ipojuca levanta o debate sobre os limites dessas punições em momentos de luto  familiar. Até o fechamento desta matéria, em 18/04/2026, a assessoria da IEADPE ou a liderança setorial de Ipojuca não emitiram nota oficial sobre o episódio.

O espaço permanece aberto para que a instituição apresente sua versão dos fatos.

Fonte: Izael Nascimento/https://www.fuxicogospel.com.br. Imagem: Reprodução/Internet.

Pastores André e Rafaela Marques anunciam desligamento da Lagoinha Paulínia

PAULÍNIA — Os pastores André Marques e Rafaela Marques (foto) comunicaram oficialmente o desligamento da Igreja Batista da Lagoinha, unidade vinculada à Lagoinha Global.

O casal, que liderava a frente ministerial em Paulínia (SP), encerra um ciclo de seis anos para dar início a um projeto independente.

Em nota oficial publicada nas redes sociais, os líderes destacaram que a decisão foi tomada com “temor, gratidão e senso de direção”.

Eles ressaltaram o aprendizado e as experiências vividas durante o período na denominação, afirmando que “honramos aquilo que foi construído e reconhecemos o valor desse tempo em nossa história”.

Transição para a Igreja Expressar

O anúncio marca não apenas a saída da Lagoinha, mas o nascimento de uma nova comunidade cristã sob a liderança do casal: a Igreja Expressar.

Segundo os pastores, a nova instituição surge com o propósito de “revelar Cristo em todas as áreas da vida” e viver o Evangelho de forma prática e bíblica.

Sobre o novo tempo ministerial, a nota detalha a visão da liderança:

  • Independência: A nova igreja seguirá sem vínculo com a estrutura da Lagoinha Global.
  • Foco Ministerial: Ênfase em servir pessoas e na vivência prática do Evangelho.
  • Alinhamento: O casal descreve a mudança como uma resposta à obediência ao que o Senhor tem direcionado aos seus corações.

O posicionamento da liderança

Mesmo com a ruptura institucional, os pastores André e Rafaela enfatizaram que a saída ocorre em clima de paz e honra às lideranças da Lagoinha Global.

“Seguimos em paz, com o coração cheio de gratidão e honra, certos de que o Reino de Deus é maior do que estruturas”, afirmaram no comunicado.

A Igreja Expressar já iniciou sua presença digital e deve divulgar, nos próximos dias de abril de 2026, o cronograma de reuniões e o endereço físico da nova comunidade.

O movimento de pastores que deixam a rede Lagoinha para fundar igrejas independentes tem sido observado em diversas unidades do país nos últimos dois anos.

Fonte/Izael Nascimento/https://www.fuxicogospel.com.br. Imagem: Reprodução/Internet.

terça-feira, 21 de abril de 2026

9 passos para refletir antes de reclamar da sua igreja

Posso ser sincero com você por um momento? Provavelmente não há nada mais fácil na vida cristã do que encontrar falhas na sua igreja ou no seu pastor. Todo domingo, em algum lugar do Brasil, alguém está sentado no banco da igreja, braços cruzados, listando mentalmente tudo que está errado na liderança da igreja. Agora, antes de concordar com muita ênfase (quase consigo ver você fazendo isso), permita-me lembrar algo importante: a mesma humanidade que você vê nas falhas do seu pastor também está presente em sua própria vida. A diferença é que suas lutas não são observadas por centenas de olhos todas as manhãs de domingo.

Igrejas são compostas por pessoas imperfeitas e lideradas por líderes imperfeitos; quando juntamos esses dois fatores, sempre haverá algo para reclamar. Mas só porque você pode expressar sua reclamação, não significa que deve fazê-lo imediatamente. Antes de abordar seu pastor após o culto com as temidas palavras “Precisamos conversar”, quero compartilhar uma abordagem diferente. Elaborei o que chamo de Programa em 9 passos para reclamões crônicos – e sim, estou falando comigo mesmo também, pois fui o protótipo desses passos. Pense neles como uma lista espiritual para checar antes de reclamar.

Ao seguir esses passos, mesmo que sua preocupação continue válida, você estará preparado para tratá-la de forma construtiva, fortalecendo o corpo de Cristo ao invés de destruí-lo. Confira as nove atitudes que você deve tomar antes de reclamar da sua igreja ou pastor:

1. Ore continuamente – 1 Tessalonicenses 5:17

Antes de reclamar, ore. Quando identificar algo que parece motivo de queixa, converse primeiro com Deus. Reclamar é fácil, mas orar é o caminho humilde e a melhor opção inicial. Ao orar, peça clareza – não para os outros, mas para você mesmo. Muitas vezes, aquilo que parece motivo de reclamação pode ser um aprendizado que Deus quer revelar para que você ore sobre isso, e não para que você espalhe. Pergunte a Deus o que Ele deseja que você faça nessa situação. Ele pode conduzir você a falar ou a permanecer em silêncio. Seguir essa direção nunca será um erro. Começar pela oração naturalmente leva ao segundo passo.

2. Examine seu próprio coração – Mateus 7:3-5

Em Mateus, Jesus nos ensina que o primeiro passo antes de identificar falhas nos outros é examinar nosso próprio coração: “Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a viga do seu olho, e então verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão.”

Jesus quer que olhemos para dentro antes de criticar os outros. Reconhecer que também temos falhas muda nossa perspectiva e atitude diante da situação. Muitas vezes, ao percebermos as falhas alheias, esquecemos das nossas e, em vez de agir com humildade e graça, agimos com arrogância. Por isso, é sábio remover a viga do próprio olho antes de tentar corrigir os outros. Às vezes, o problema não é a igreja ou o pastor, mas você mesmo. Esse exame interno é essencial antes de avançar para o próximo passo.

3. Tenha empatia pelo pastor – Hebreus 4:15

O corpo de Cristo precisa de mais empatia. Jesus nos deu o exemplo ao viver como ser humano e experimentar tudo que sentimos. Por um momento, esqueça-se de si mesmo e imagine como é estar no lugar do seu pastor. Já pensou na pressão que ele enfrenta? Como pastor, ele carrega inúmeras histórias de vida difíceis e precisa lidar com elas semanalmente, muitas vezes sozinho, pois nem sempre pode compartilhá-las. Esse peso aumenta o estresse do ministério, sendo apenas uma parte das responsabilidades. Antes de reclamar, reflita sobre o que seu pastor faz – isso pode fazer você orar mais do que reclamar.

4. Avalie se sua reclamação é válida ou fruto de expectativas irreais

Muitas reclamações surgem de expectativas que não condizem com a realidade. É como ir a um restaurante especializado em frutos do mar, pedir churrasco e reclamar que não está bom. Avalie se sua queixa está alinhada com o que a igreja ou o líder realmente podem oferecer. Se não for válida, pare por aqui. Se for, siga adiante.

5. Identifique a causa do problema

Compreenda o problema de forma profunda. Por exemplo, se as crianças estão fazendo muito barulho no culto, a reclamação pode ser legítima, mas a causa pode ser a falta de alguém para cuidar daquela faixa etária. Não fique apenas na superfície; entender a raiz da questão é fundamental para avançar.

6. Busque soluções para o problema

Ao procurar soluções, você demonstra que se importa e quer ajudar, não apenas reclamar. Se sua reclamação é legítima, a igreja provavelmente já busca uma resposta. Por que não antecipar-se? Pense na igreja, no pastor e nos recursos disponíveis para ser parte da solução. Quando tiver uma ideia, siga para o próximo passo.

7. Apresente sua reclamação com humildade e sugestões

Este passo pode parecer tardio, mas é crucial. Depois de orar, refletir e pensar em soluções, você estará preparado para dialogar com a liderança da igreja com o coração certo. Assim, você não traz apenas uma queixa, mas também uma proposta para resolver o problema. Considerando o peso que os pastores carregam, essa abordagem será muito mais bem recebida.

8. Envolva-se para ajudar

Parte da solução pode ser sua participação ativa. Se o problema for falta de voluntários, ofereça-se para ajudar naquele ministério. Se não for sua área, ajude a encontrar pessoas capacitadas. Há sempre maneiras de contribuir que diferenciam quem apenas reclama de quem realmente colabora. Sua disposição será um grande apoio para a igreja e para o pastor.

9. Lembre-se da graça em todo o processo

Embora tenha citado a graça por último, ela deve estar presente em todos os passos. Um ex-pastor meu sempre dizia que devemos errar pelo lado da graça. Ou seja, em vez de ser rápido para reclamar, seja rápido para conceder graça. Faça isso porque é o que você deseja receber quando suas falhas aparecerem. Se você quer graça, é isso que deve dar.

A presença de pastores e igrejas sempre traz oportunidades para reclamações – essa é a realidade humana. Porém, o ponto principal não é a reclamação em si, mas como lidamos com ela. Quando abordamos nossas preocupações com oração, autoexame e sabedoria bíblica, nos posicionamos para ser parte da solução e não do problema.

“Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou.” – Colossenses 3:13

O desafio para hoje é: da próxima vez que sentir vontade de reclamar, pare, ore e aja com graça. Sua forma de lidar com os desafios na igreja pode ser a diferença entre causar divisão ou promover a unidade no corpo de Cristo. Afinal, não somos apenas membros de uma igreja, somos parte da família de Deus.

Fonte/Clarence L. Haynes Jr. com informações de Redação – Crosswalk/https://comunhao.com.br. Imagem/Arquivo.

Membro do PCC se converte após ter visão em cela e se torna pregador: “A graça me salvou”

O  pastor  Juliano Fraga, um pregador pentecostal reconhecido no Brasil, foi  resgatado  por Jesus após se perder no  mundo do crime . Em pa...