O segundo domingo de junho marca o Dia Nacional do Pastor Evangélico. Uma data que, hoje, integra o calendário oficial do país, mas que carrega décadas de história, mobilização social e relevância jurídica.
Instituída oficialmente em âmbito federal pela Lei nº 14.970, em 13 de setembro de 2024, a celebração tem como objetivo honrar e agradecer o trabalho espiritual e social desenvolvido por esses líderes religiosos.
A iniciativa da data partiu das Igrejas Batistas Independentes do Brasil. Em maio de 1955, um artigo publicado no periódico “O Jornal Batista” promoveu uma campanha de arrecadação de fundos para apoiar pastores aposentados ou em situação de vulnerabilidade econômica. A ação foi estruturada por meio da "Caixa de Socorros" da Junta de Beneficência da denominação.
Com o sucesso e a forte adesão às campanhas subsequentes, o movimento consolidou-se como o "Dia do Pastor". Inicialmente celebrada em maio, a data coincidia com o Dia das Mães e, por isso, foi transferida para o segundo domingo de junho — uma escolha que faz referência histórica à chegada do primeiro pastor evangélico ao território brasileiro. Desde então, a celebração foi amplamente adotada pelas igrejas evangélicas em geral.
Reconhecimentos públicos iniciais do pastor
Antes da chancela federal, estados e municípios já possuíam legislações próprias para a comemoração.
O Estado do Amapá é um exemplo de vanguarda nesse reconhecimento, com um calendário que abrange diferentes frentes ministeriais por meio das seguintes leis:
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