quinta-feira, 30 de julho de 2026

Missionários levam o Evangelho a comunidades do Marajó

Mobilização evangelística alcançou mais de 2 mil pessoas e registrou 386 decisões por Cristo, 31 reconciliações e seis batismos

Uma mobilização evangelística realizada pela Junta de Missões Nacionais (JMN) levou a mensagem cristã a diferentes comunidades do arquipélago do Marajó, no Pará. Durante 15 dias de atividades, 282 missionários participaram da ação “Jesus Transforma Marajó”, que resultou em 386 decisões por Cristo, além de 31 reconciliações e seis batismos.

A iniciativa ocorreu entre os dias 4 e 19 de julho e contou com a participação de 229 voluntários vindos de diversas regiões do país e 53 missionários locais. Ao todo, cristãos de 18 estados brasileiros e do Distrito Federal se uniram para atuar em seis municípios: Abaetetuba, Soure, Muaná, Gurupá, São Sebastião da Boa Vista e Curralinho.

Durante a mobilização, 2.093 pessoas foram alcançadas diretamente pelas ações evangelísticas. Desse total, 1.238 eram adultos e 855, crianças. As equipes realizaram visitas domiciliares, cultos, momentos de oração e estudos bíblicos, além de atividades em espaços públicos e comunidades.

Segundo a JMN, a programação também envolveu a distribuição de 3.382 materiais evangelísticos, entre folhetos e exemplares do Evangelho de João. Ao longo da campanha, foram promovidos ainda 362 estudos bíblicos.

A agenda missionária incluiu evangelismo em praças e no Mercado Municipal, caminhadas de oração e atividades voltadas ao público infantil. Um torneio de futsal destinado a meninos de 7 a 17 anos também foi realizado como parte das estratégias de aproximação com as comunidades.

Para a Junta de Missões Nacionais, os resultados da mobilização representam mais do que dados estatísticos, mas histórias de pessoas que tiveram contato com a mensagem do Evangelho e iniciaram uma nova caminhada de fé.

A organização destacou que o encerramento da campanha não significa o fim do trabalho missionário na região. A expectativa é que as igrejas locais permaneçam envolvidas no acompanhamento das pessoas alcançadas, fortalecendo o discipulado e dando continuidade à evangelização.

A JMN também pediu orações para que os frutos da mobilização permaneçam e que as sementes lançadas durante os dias de trabalho missionário continuem produzindo resultados nas comunidades do Marajó.

Fonte: Patrícia Scott/comunhao.com.br. Imagem: Divulgação/Instagram-JMN.

Pastor é sequestrado e morto por grupo armado no Sudão

Líder cristão foi assassinado nas Montanhas Nuba dias após outro ataque contra religiosos; igrejas denunciam perseguição e pedem proteção à população civil


A violência contra cristãos voltou a se intensificar no Sudão. O pastor Adel Idris Jongool, da Igreja Episcopal do Sudão, foi sequestrado e assassinado por integrantes de uma facção dissidente do Exército Popular de Libertação do Sudão-Norte (SPLA-N), apoiada por grupos extremistas islâmicos, segundo informações de líderes cristãos da região.

O crime ocorreu na sexta-feira (24), na área de Dabbi, no condado de Hiban, localizado nas Montanhas Nuba, no estado de Kordofan do Sul. Fontes da igreja, que pediram anonimato por questões de segurança, afirmam que o grupo armado invadiu a comunidade, capturou o pastor e o executou.

De acordo com os relatos, os militantes têm ampliado os ataques contra líderes religiosos e civis. Essa situação é impulsionada por disputas étnicas e motivações religiosas que agravam ainda mais o conflito na região.

O assassinato aconteceu apenas um dia depois de outro ataque registrado na cidade de Heiban. Na ocasião, um número ainda não confirmado de cristãos foi morto e outros líderes religiosos foram sequestrados.

A Diocese de Heiban, ligada à Igreja Episcopal do Sudão, confirmou o homicídio em nota oficial. O bispo Al-Sir Hassan Kuku lamentou a morte do pastor e apelou para que os grupos envolvidos no conflito respeitem as igrejas e seus líderes.

“Pedimos a todas as partes envolvidas no conflito que respeitem os líderes da igreja e as instituições religiosas”, declarou. Para o bispo, o assassinato de Adel Idris Jongool representa uma grave violação contra a liberdade religiosa e a dignidade humana.

Série de ataques

A morte do pastor ocorre pouco mais de um mês após outro episódio de violência contra cristãos. Em 19 de junho, um sacerdote católico e um de seus seguranças foram mortos na Paróquia da Santa Cruz, em Kauda, também em Kordofan do Sul, em um ataque atribuído ao mesmo grupo dissidente. Um segundo guarda foi baleado, mas sobreviveu após receber atendimento médico.

As Montanhas Nuba permaneceram relativamente isoladas da guerra civil iniciada em abril de 2023. Entretanto, o cenário mudou após a aliança entre o SPLA-N e as Forças de Apoio Rápido (RSF), abrindo uma nova frente de combate na região.

Desde então, confrontos entre diferentes facções armadas provocaram mortes, deslocamentos forçados e uma crescente insegurança para a população civil. Cristãos deslocados também passaram a ser alvo tanto das RSF quanto das Forças Armadas Sudanesas (SAF), acusados por ambos os lados de colaborar com grupos rivais.

Guerra agrava crise humanitária

O Sudão vive uma das mais graves crises humanitárias da atualidade. Desde o rompimento entre as SAF, lideradas pelo general Abdelfattah al-Burhan, e as RSF, comandadas por Mohamed Hamdan Dagalo, o país mergulhou em uma guerra que já provocou dezenas de milhares de mortes e forçou mais de 12 milhões de pessoas a deixar suas casas, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).

O conflito teve origem após o fracasso das negociações para integrar as forças paramilitares ao Exército regular durante o processo de transição política iniciado depois da queda do regime de Omar al-Bashir. As divergências entre os dois comandantes interromperam o acordo e desencadearam a guerra em abril de 2023.

Cristãos perseguidos

De maioria muçulmana — cerca de 93% da população —, o Sudão possui uma pequena comunidade cristã, estimada em 2,3% dos habitantes, conforme o Projeto Joshua. A situação da liberdade religiosa no país voltou a se deteriorar após o golpe militar de outubro de 2021.

Durante o período de transição iniciado em 2019, o governo havia promovido reformas importantes, como a revogação de leis de apostasia, a flexibilização de dispositivos da sharia e medidas para ampliar a proteção às minorias religiosas. Com a retomada do controle militar, organizações cristãs passaram a denunciar o retorno de práticas de perseguição.

Reflexo desse cenário, o Sudão ocupa atualmente a quarta posição na Lista Mundial da Perseguição 2026, elaborada pela Portas Abertas, que reúne os países onde os cristãos enfrentam os níveis mais severos de perseguição por causa da fé.

Fonte: Patrícia Scott/comunhao.com.br. Imagem: Divulgação/Portas Abertas.

SUS lança campanha contra BETs e igrejas reforçam o alerta

A explosão das apostas esportivas online no Brasil deixou de ser apenas uma questão financeira para se tornar também um desafio de saúde pública e um motivo de preocupação dentro das igrejas. Diante do crescimento dos casos de dependência, o Ministério da Saúde lançou esta semana a Campanha Nacional de Prevenção aos Danos das Apostas Online, iniciativa que busca conscientizar a população sobre os riscos das chamadas “bets” e divulgar os serviços gratuitos de acolhimento e tratamento oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Veiculada em televisão, rádio e redes sociais, a campanha apresenta uma novidade importante: um serviço de teleatendimento especializado para pessoas que desenvolveram problemas relacionados aos jogos de apostas, além de suporte para familiares afetados.

O lançamento ocorre em um momento especialmente delicado. Dados da pesquisa PoderData revelam que 41% dos evangélicos afirmam fazer apostas esportivas online em 2025, um crescimento expressivo em relação aos 29% registrados no ano anterior. Entre os católicos, o percentual também aumentou, passando de 22% para 34%. Os números acendem um alerta não apenas sobre o impacto econômico das apostas, mas também sobre suas consequências emocionais, familiares e espirituais.

Saúde pública e acolhimento

Segundo o Ministério da Saúde, o transtorno relacionado aos jogos de azar é reconhecido internacionalmente como uma doença e pode provocar ansiedade, depressão, endividamento, isolamento social, conflitos familiares e perda do controle sobre o comportamento.

Por isso, a campanha orienta os brasileiros a identificarem sinais de risco, como dificuldade para interromper as apostas, gastos superiores ao planejado, preocupação constante com os jogos e prejuízos à vida pessoal e profissional.

O acesso ao atendimento começa pelo aplicativo Meu SUS Digital, onde o usuário responde a um autoteste. Caso seja identificado risco moderado ou elevado, o sistema realiza automaticamente o encaminhamento para atendimento especializado por teleconsulta. O serviço é gratuito, sigiloso e também pode ser utilizado por familiares que convivem com pessoas dependentes das apostas.

Uma armadilha para a fé

Para o pastor Bruno Caetano Simplício, presidente da Igreja Batista Atitude no Espírito Santo, o crescimento das apostas entre cristãos revela uma realidade preocupante.

“Os efeitos são devastadores. Espiritualmente, a aposta alimenta a cobiça e desvia a confiança que deveria estar em Deus. Muitos começam gastando pouco, mas acabam presos em um ciclo viciante, semelhante a outros tipos de dependência. Isso rouba tempo de comunhão com Deus, traz culpa e afasta da vida de oração e da igreja”, afirma.

Segundo ele, os impactos rapidamente ultrapassam a esfera espiritual. “No aspecto familiar, as consequências vão desde dificuldades financeiras até brigas conjugais e distanciamento emocional. Não são poucos os lares que sofrem com dívidas, promessas quebradas e má administração causada pelo vício em apostas. A Bíblia ensina que o diabo veio ‘para roubar, matar e destruir’ (João 10:10), e esse é exatamente o rastro que as bets têm deixado em muitas famílias”, alerta.

Os dados da própria pesquisa reforçam essa preocupação. Em apenas onze meses, o percentual de apostadores endividados praticamente dobrou, passando de 16% para 35%. Para Simplício, o problema vai além da busca por dinheiro.

“Vejo com muita preocupação. O crescimento das chamadas bets mostra como o entretenimento rápido e a promessa de dinheiro fácil têm atraído pessoas, inclusive cristãos. Muitos acabam sendo seduzidos pelo imediatismo: a ilusão de enriquecer sem esforço. Isso revela também uma lacuna espiritual. Quando o coração não está satisfeito em Deus, ele procura escapes em promessas vazias”, ressalta.

O que a Bíblia ensina

O pastor Leonino Barbosa Santiago, mestre em Liderança pela Andrews University, afirma que, embora a Bíblia não mencione diretamente as apostas esportivas digitais, seus princípios deixam claro que o cristão deve manter distância dos jogos de azar.

“O jogo de azar afeta cada vez mais pessoas ao redor do mundo. O conceito de ganhar à custa dos outros tem se tornado uma espécie de maldição moderna. Não é uma forma apropriada de lazer ou um meio legítimo de se ganhar dinheiro. Então o cristão não deve jogar”, afirma.

Ele cita passagens bíblicas que orientam sobre a relação do cristão com o dinheiro: “O dinheiro ganho com desonestidade diminuirá, mas quem o ajunta aos poucos terá cada vez mais” (Provérbios 13:11).

E também: “Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos… pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (1 Timóteo 6:9-10). Santiago esclarece ainda que títulos de capitalização não se enquadram como jogos de azar, por serem aplicações financeiras regulamentadas.

Mordomia cristã

Para o teólogo Lourenço Stelio Rega, Ph.D. em Ciências da Religião, a discussão não envolve apenas dinheiro. Segundo ele, recentes investigações apontam que parte das plataformas de apostas é alvo de apurações envolvendo organizações criminosas e lavagem de dinheiro, aumentando ainda mais a preocupação sobre o setor.

Mas, do ponto de vista bíblico, Rega destaca que a questão principal é a mordomia cristã. “Na Bíblia, há princípios que apontam para a importância da mordomia da vida. O chamado de Jesus em Lucas 9:23 é para entregarmos tudo a Ele, todo dia, e isso envolve 100% do que temos e somos. Tudo faz parte da gestão que nos compete e é esperada por Deus, inclusive dos bens e da minha saúde física, mental, emocional e espiritual. É papel de cada cristão ser instrumento de Deus diante de um mundo viciado, imediatista e inconsequente.”

Já o empresário e teólogo Fábio Hertel acredita que os cristãos devem evitar qualquer forma de jogo de azar. Segundo ele, os benefícios prometidos pelas apostas jamais compensam os prejuízos provocados na vida das famílias e das igrejas.

“Nossa posição é de firmeza e prudência, buscando sempre preservar os valores do Reino, conforme orientado pelos princípios bíblicos de responsabilidade e cuidado com o próximo”, enfatiza.

Como fundamento, ele cita Efésios 5:3: “Entre vós não deve haver nem sequer menção de… cobiça; pois essas atitudes não são adequadas aos santos.” A advertência reforça que o problema das apostas não se resume à perda financeira, mas envolve também o cultivo de um coração dominado pelo desejo de enriquecimento fácil, incompatível com os princípios do Reino de Deus.

Como buscar ajuda pelo SUS

Quem pode receber atendimento?

Pessoas que perderam o controle sobre as apostas.

Familiares afetados pelo vício de parentes.

Como acessar

  1. Entre no aplicativo ou site Meu SUS Digital.
  2. Faça login com sua conta Gov.br.
  3. Acesse o menu Miniapps.
  4. Clique em “Problemas com jogos de apostas?”.
  5. Responda ao autoteste.
  6. Se o resultado indicar risco moderado ou alto, o encaminhamento para teleatendimento especializado acontece automaticamente.
  7. Também é possível procurar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), que poderá encaminhar o paciente para os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), quando necessário.

Como vencer o vício nas apostas

  • Reconheça que o problema existe.
  • Procure ajuda profissional o quanto antes.
  • Converse com familiares e líderes da igreja.
  • Bloqueie aplicativos e contas de apostas.
  • Evite acompanhar influenciadores e propagandas de bets.
  • Faça um planejamento financeiro.
  • Fortaleça sua vida devocional com oração e leitura da Palavra.
  • Busque prestação de contas com irmãos maduros na fé.
  • Preencha o tempo livre com atividades saudáveis e comunhão cristã.
  • Lembre-se de que Deus oferece restauração para quem se arrepende e busca auxílio. “Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês” (1 Pedro 5:7).

Versículos para reflexão

Mateus 6:24: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro.”

Hebreus 13:5: “Conservem-se livres do amor ao dinheiro.”

Provérbios 13:11: “Quem ajunta aos poucos terá cada vez mais.”

1 Timóteo 6:9-10: “O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.”

Lucas 12:15: “A vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens.”

Efésios 5:3: “Nem sequer haja entre vocês qualquer espécie de cobiça.”

Fonte: Cristiano Stefenone/comunhao.com.br. Imagem: Divulgação/Internet.

terça-feira, 28 de julho de 2026

“Estávamos acorrentados como escravos”

O ano de 2026 teve início com o sequestro de 177 cristãos no estado de Kaduna. Em todos os meses do primeiro semestre deste ano cristãos enfrentaram ataques e assassinatos no Noroeste da Nigéria.

Parceiros locais da Portas Abertas identificaram 5.400 famílias cristãs deslocadas que enfrentam necessidades urgentes de suprimentos básicos e cuidados pós-trauma em diversas comunidades na região.

Sabina David é uma mãe que enfrentou essa violência extrema. Sua história revela não apenas o sofrimento vivido por milhares de cristãos, mas também a urgência de apoio espiritual e prático à Igreja Perseguida.

A noite que mudou a vida de Sabina

Sabina é uma cristã do Noroeste da Nigéria que teve sua vida transformada de forma abrupta em um ataque violento à sua casa. Em 10 de abril de 2026, durante a noite, homens armados invadiram sua residência quando todos estavam dormindo e sequestraram toda a família.

Ao todo, 12 pessoas foram raptadas. A partir desse momento, Sabina passou a viver uma das experiências mais traumáticas que alguém pode enfrentar.

Ela e seus familiares foram submetidos a agressões constantes, fome, humilhação e violência extrema enquanto estavam em cativeiro.

Presos como escravos por causa da fé em Jesus

No dia seguinte ao ataque, Sabina foi agredida repetidamente, com tanta força que desmaiou. Quando acordou, viu que estava presa.

“Acordei e vi meu marido preso em correntes no chão. Estávamos presos como escravos.”
— Sabina

Seu marido estava profundamente ferido e morreu diante dos seus olhos algumas horas depois da agressão. A cristã relata que o corpo foi lançado em um rio “como se fosse um cachorro”.

Após as agressões e a morte do marido, veio a humilhação. Os responsáveis pelo ataque forçaram-na a dançar para eles enquanto batiam na cristã que ainda estava lamentando a perda do seu esposo.

Por fim, a violência extrema levou dois de seus seis filhos . Ela testemunhou o assassinato de ambos:

Por que histórias como a de Sabina ainda são comuns na Nigéria?

Sabina acredita que um dos motivos para que ela fosse atacada com tanta violência era sua identidade como cristã. Seu marido era pastor e o casal era muito ativo na igreja local.

“Porque professamos a fé em Jesus. Essa é a razão por que enfrentamos tantos desafios.”
— Sabina

Histórias como a de Sabina não são casos isolados. Sua realidade é a mesma de milhares de cristãos na Nigéria que enfrentam fome, pobreza extrema e traumas profundos por seguirem a Jesus em comunidades que não toleram sua fé.

A perseguição religiosa na Nigéria tem forçado milhares de cristãos a fugir de suas casas, viver em insegurança constante e depender de ajuda externa para sobreviver.

O clamor de uma viúva e mãe solo à igreja ao redor do mundo

Mesmo ferida emocionalmente e enfrentando perdas irreparáveis, Sabina continua confiando que Deus não a abandonou.

Ela e outra mulher conseguiram escapar do cativeiro. Sabina retornou para seus quatro filhos que sobreviveram. Hoje, ela vive como viúva e mãe solo em um contexto de insegurança constante.

Mesmo assim, seu pedido à igreja global não é marcado pelo desespero, mas pela fé:

Como sua ajuda pode alcançar famílias como a de Sabina?

Parceiros locais da Portas Abertas identificaram 5.400 famílias cristãs deslocadas na região que precisam urgentemente de apoio.

Essas famílias necessitam de:

  • alimentos emergenciais;
  • itens básicos de sobrevivência;
  • apoio psicológico para traumas;
  • assistência para reconstruir suas vidas.

Como igreja global, somos chamados a caminhar ao lado daqueles que sofrem ressoando a unidade cristã descrita em Efésios 4.1-6. Sua contribuição pode levar esperança concreta a cristãos que perderam tudo, mas não perderam a fé.

Fonte: portasabertas.org.br. Imagem: Divulgação/portasabertas.org.br.

Vigilância e isolamento marcam a vida de cristãos na Somália

Cristãos na Somália vivem a fé em um dos contextos mais restritos do mundo. Em meio à forte vigilância social e à presença de grupos extremistas, seguir a Jesus pode significar isolamento e risco à própria vida.

Recentemente, um pronunciamento do primeiro-ministro somali, Hamza Abdi Barre, reafirmou os perigos que um somali enfrenta ao deixar o islamismo no país.

O discurso, feito em 13 de abril de 2026, em Mogadíscio (capital da Somália) afirmou que qualquer pessoa que se converter do islã perderá a cidadania.

Por que é tão difícil viver a fé cristã na Somália?

A religião está profundamente ligada à identidade nacional, e qualquer mudança de fé pode ser vista como uma ruptura com a comunidade.

A Somália tem sido considerada um “cemitério de missionários” há muitos anos, e o grupo étnico somali é descrito como um dos mais fechados ao evangelho na atualidade.

Por isso, cristãos, especialmente de origem muçulmana, precisam viver a fé de forma discreta, muitas vezes sem contato com outros seguidores de Jesus.

Além disso, o acesso à Bíblia e a conteúdos cristãos é bastante limitado. Isso se aplica a toda a área onde os somalis vivem no Chifre da África, mas especialmente à própria Somália.

A importação de Bíblias é proibida e há controles rigorosos que dificultam o acesso a materiais cristãos na Somália.

Instabilidade política e avanço do Al-Shabaab

Em 2025, a instabilidade política na Somália foi agravada por crescentes disputas territoriais com a Etiópia.

Algumas das principais consequências deste cenário são:

  • Segurança nacional fragilizada.
  • Aumento da ilegalidade e da atividade criminosa.
  • Avanço de grupos extremistas.

A expansão de domínios do Al-Shabaab é particularmente ameaçadora. Com objetivo de impor uma interpretação rigorosa do islamismo, o grupo assassina abertamente qualquer pessoa suspeita de ser cristã, pois seu objetivo é erradicar o cristianismo da Somália. 

Esses fatores combinados fazem da Somália um dos lugares mais perigosos do mundo para ser cristão.

Como o isolamento marca a vida dos cristãos somalis?

O isolamento é uma das características mais marcantes da vida cristã na Somália. Encontrar-se com outros cristãos pode representar grande risco, já que qualquer movimentação fora do padrão tende a chamar atenção.

Alguns conseguem manter contato com outros seguidores de Jesus por meio de encontros discretos ou pela internet, mas essas interações exigem cautela constante.

“Uma vez por semana, eu faço um estudo bíblico com cristãos somalis no WhatsApp“, explica Ali*, um cristão somali. Outros se reúnem em igrejas domésticas, ou seja, pequenos grupos em lares. Mas as duas opções são muito arriscadas. 

O que é a vigilância social na Somália?

A sociedade somali é organizada em clãs, portanto, é profundamente conectada. Nesse contexto, comportamentos fora do padrão são rapidamente percebidos e questionados.

Além disso, há o risco de ser encontrado por informantes, pessoas que fingem ser cristãs para localizar igrejas domésticas e denunciá-las às autoridades ou a grupos extremistas, como o Al-Shabaab.

Inunde a Somália com orações no Shockwave 2026

O Shockwave mobilizará jovens em oração pela Igreja Perseguida na Somália e em outras partes do Chifre da África nos dias 18, 19 e 20 de setembro.

Forme um grupo de oração, inscreva-se e acesse materiais digitais gratuitos para mergulhar na realidade dos nossos irmãos na fé. Participe dessa onda de oração.

Fonte: portasabertas.org.br. Imagem: Divulgação/portasabertas.org.br.

Monitoramento digital aumenta riscos para cristãos norte-coreanos

Para cristãos da Coreia do Norte que vivem escondidos em um país cujo nome não pode ser citado por segurança, a tecnologia se tornou um fator de risco adicional. Sistemas de monitoramento têm sido usados para rastrear chamadas, localizar pessoas e acessar mensagens privadas.

Refugiados norte-coreanos já enfrentam riscos frequentes, mas quando se trata de cristãos, a vulnerabilidade é ainda maior, pois, em geral, eles vivem em situação irregular por causa da fé.

Estima-se que dezenas de milhares de norte-coreanos estejam refugiados no país não nominado. Sem status legal, sem acesso a serviços básicos ou liberdade de circulação, eles vivem sob constante ameaça de detenção e repatriação.

Mensagens de celular monitoradas

Um caso recente ilustra essa realidade. No início de 2026, duas mulheres norte-coreanas foram presas após autoridades monitorarem suas conversas em um aplicativo de mensagens. Elas viviam no país não nomeado, como refugiadas, havia mais de uma década e não haviam compartilhado seus planos com outras pessoas.

As mensagens indicavam o desejo de chegar à Coreia do Sul e o contato com um intermediário. Poucos dias depois, a polícia realizou buscas simultâneas em suas casas. O episódio gerou medo entre outros refugiados norte-coreanos, que passaram a evitar qualquer comunicação sobre planos ou contatos sensíveis.

O uso crescente de ferramentas digitais tornou a comunicação essencial, mas também mais arriscada. A dependência de celulares e aplicativos expõe informações que podem ser usadas para identificar, localizar e deter pessoas em situação vulnerável.

Fé em meio à invisibilidade

A Coreia do Norte ocupa o 1º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2026, sendo um dos países mais difíceis do mundo para cristãos. Dentro do país, quem é identificado como seguidor de Jesus pode enfrentar prisão, campos de trabalho forçado ou até morte.

Muitos norte-coreanos atravessam a fronteira em busca de sobrevivência e esperança de chegar à Coreia do Sul. Enquanto não conseguem realizar essa viagem, eles encontram redes informais de apoio formadas por cristãos locais, missionários e organizações parceiras no país onde se refugiam hoje.

Essas redes oferecem abrigo, alimentação e cuidado espiritual. Em muitos casos, é nesse contexto que eles têm o primeiro contato com a fé cristã. Pequenos grupos de comunhão se tornam uma fonte vital de esperança e apoio.

Conexões sob ameaça

A intensificação da vigilância digital colocou essas redes em risco. Qualquer tentativa de marcar encontros ou manter contato pode ser monitorada. Assim, conexões que antes sustentavam a fé agora podem levar à prisão.

Segundo trabalhadores locais, muitos cristãos optaram por reduzir ou interromper a comunicação para proteger a si mesmos e a outras pessoas. Esse isolamento, no entanto, traz novos desafios emocionais e espirituais.

“Para os refugiados cristãos, isso cria uma situação impossível. Ou eles permanecem conectados à comunidade que os manteve espiritualmente vivos e aceitam o risco de serem presos. Ou devem ficar em silêncio. Cortar relações essenciais e tentar sobreviver em um isolamento ainda mais profundo.

Alguns estão escolhendo o silêncio, não porque a fé tenha morrido, mas porque temem o que a prisão significaria, não apenas para si, mas também para os cristãos locais que os apoiaram e que também podem sofrer consequências.”
— Parceiro da Portas Abertas

Além disso, a detenção não marca o fim do perigo. Após investigação, refugiados frequentemente são enviados de volta à Coreia do Norte.

Ao retornarem, enfrentam interrogatórios rigorosos, que incluem três perguntas:

  • Você esteve em alguma igreja?
  • Teve contato com missionários ou outros cristãos?
  • Você leu a Bíblia?

Ter evidências digitais dessas atividades pode determinar a severidade das punições.

“A vigilância mudou tudo. Antes, você podia encontrar alguém, orar com essa pessoa, compartilhar um contato para ajudar.

Agora, toda conexão é um risco. Estamos tentando servir pessoas que já são invisíveis, e os caminhos para alcançá-las estão se fechando um a um.

Não paramos. Mas lamentamos o custo disso para elas”, relata outro parceiro da Portas Abertas.

Como orar pelos cristãos norte-coreanos?

  • Ore para que cristãos da Coreia do Norte no exterior permaneçam firmes na fé mesmo sob vigilância.
  • Interceda por aqueles que estão isolados, para que encontrem esperança e fortalecimento espiritual.
  • Clame por sabedoria e proteção para redes de apoio, missionários e cristãos locais.
  • Peça também pelas autoridades e perseguidores, para que sejam alcançados e transformados pelo amor de Deus.

Fonte: portasabertas.org.br. Imagem: Divulgação/portasabertas.org.br.

domingo, 26 de julho de 2026

Advogado e pastor Lourenço Filho morre em Castanhal (PA), aos 51 anos

O advogado, pastor e empresário Lourenço Ferreira Rodrigues Filho, conhecido como Lourenço Filho, faleceu no dia 23 de julho de 2026, às 17h, na cidade de Castanhal, no Pará. Natural de Belterra (PA), onde nasceu em 8 de março de 1975, ele tinha 51 anos e deixa a esposa Selma Queiroz e os dois filhos do casal, Lourrane e Lourenço Neto.

Lourenço Filho era filho caçula do casal pastoral Lourenço Ferreira Rodrigues, falecido, e Maria Soares de Oliveira Rodrigues. Era irmão de Besaliel, Silas, Kelly, Ruth e Noeme.

A morte ocorreu após uma complicação pulmonar: ele havia viajado a Brasília com um princípio de pneumonia para trazer a Macapá uma carreta adquirida para a frota de sua autoescola e viajou no veículo com o motorista. Durante a viagem de volta, o quadro clínico se agravou. Ao chegar a Castanhal, foi internado às pressas e, após uma semana de tratamento intensivo, não resistiu a complicações colaterais.

Fonte: https://besalielrodrigues.blogspot.com. Imagem: Divulgação/https://besalielrodrigues.blogspot.com.

Multivocação e trajetória

A carreira de Lourenço Filho, com sua inseparável esposa Selma, atravessava múltiplas áreas. Ele era bacharel em Direito e advogado com atuação predominante na área trabalhista. Defendia com entusiasmo a criação do Tribunal Regional do Trabalho do Amapá (futura 25ª Região), já que o estado ainda está subordinado à jurisdição do TRT da 8ª Região, sediado no Pará.

Recém-formado em Direito, foi nomeado assessor jurídico da Companhia de Água e Esgoto do Amapá (CAESA), ao lado do conhecidíssimo Nestlerino Valente. Inclusive, estava preparando sua documentação para o processo de transposição para os quadros da União.

Também era bacharel e licenciado em Geografia pela Unifap, teólogo, pastor, compositor de música gospel, escritor e professor pós-graduado em Direito do Trabalho e especialista em Direito do Trânsito. Sua última publicação integra a obra coletiva "Direito do Petróleo no Amapá – Vol. II", publicada pelo Ibepos/Os Semeadores (Brasília, 2025), vinculada ao programa de pós-graduação da Unifap/UFRJ.

Quando tinha oportunidade, ministrava aulas sobre Direito do Trânsito e Geografia, embora tenha exercido a docência de forma limitada devido à dinâmica de suas múltiplas atividades.

Fonte: https://besalielrodrigues.blogspot.com. Imagem: Divulgação/https://besalielrodrigues.blogspot.com.

Liderança religiosa e empreendedorismo

Como teólogo e pastor, liderava a Assembleia de Deus – Ministério Internacional, cuja sede, o Templo Jeovah Shallom, fica na Rua Antonio Vidal Madureira, nº 2297, no bairro Novo Horizonte, Zona Norte de Macapá.

Assumiu a presidência da referida igreja, sucedendo o irmão Pastor Besaliel Rodrigues, que precisou dedicar-se à vice-presidência da Convenção Ufiadap, cargo que ocupou por longos quinze anos, sendo presidente da referida corporação por dois mandatos (2014-2016 e 2018-2021).

No campo empresarial, atuava com a esposa e os filhos no ramo de formação de condutores, por meio da Autoescola Shakinah. O veículo que buscava em Brasília era um carro longo adaptado, que tinha como objetivo oferecer aos clientes a opção de obtenção da CNH Categoria E.

Fonte: https://besalielrodrigues.blogspot.com. Imagem: Divulgação/https://besalielrodrigues.blogspot.com.

Repercussão imediata

O falecimento repentino gerou uma onda de condolências de familiares, amigos e lideranças religiosas do Amapá e de outros estados. O primeiro a se manifestar foi o reverendo pastor Iaci Pelaes, presidente da Assembleia de Deus no Amapá e da Convenção Confradap, à qual Lourenço Filho era filiado com sua igreja. Pelaes lembrou que foi professor do falecido no Ensino Médio, no Colégio CCA.

O pastor Raul Cavalcante, presidente da Assembleia de Deus de Imperatriz (MA), disse que foi muito amigo do pai de Lourenço Filho e manifestou consternação.

Também publicaram notas os pastores Dimas Leite e Gesiel Oliveira, da AD Zona Norte e Comadezon, além de lideranças do Conselho Estadual de Pastores, da OAB/AP, da Unifap, de Academias de Letras, dos municípios de Oiapoque, Tartarugalzinho, Porto Grande, de Santana.

Manifestações de solidariedade chegaram ainda de parentes, irmãos e amigos de diversos estados, tais como do Pará, do Piauí, Tocantins, Distrito Federal, Ceará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná.

O corpo de Lourenço Filho foi trasladado para Macapá, onde ocorreram as cerimônias de despedida e sepultamento. Em seu blog pessoal, o irmão mais velho, o advogado, pastor e professor Besaliel Rodrigues, publicou nota comunicando o falecimento e pedindo orações pela família enlutada.

Fonte: https://besalielrodrigues.blogspot.com. Imagem: Divulgação/https://besalielrodrigues.blogspot.com.

Pastor Lourenço (pai) de saudosa memória

O Pastor Lourenço Ferreira Rodrigues, pai do Pastor Besaliel Rodrigues, se vivo, teria hoje 79 anos de idade. Pastor Lourenço, como era conhecido, nasceu no Rio Grande do Norte em 08.01.1947 e morreu no Pará em 19.01.1998. Converteu-se ao evangelho e casou-se com Maria Soares no ano de 1970. Na vida secular era topógrafo e manobrista de máquinas pesadas da empresa EIT e atuou no sul do Pará, na região de Santarém. Lá, declinou da carreira secular e passou a se dedicar exclusivamente ao ministério pastoral nas seguintes localidades: Jacarecapá, Monte Alegre, Belterra, Baião, Afuá, Marapanim e Vigia. Na década de 1980, foi missionário na África.

O Pastor Lourenço teve com a esposa Pastora Maria Soares quatro filhos: Besaliel, Bezaisilas, Ana Kelly e Lourenço Filho. Depois, ainda teve Rute e Noeme. Além de pastor, foi compositor, radialista, teólogo, missionário e profícuo escritor, autor de diversos livros: 1- Doutrinas da fé cristã; 2- Por que a igreja pentecostal cresce; 3- A origem das raças; 4- A besta e o nº 666; 5- Numerologia cristã; 6- Missões na igreja primitiva.

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Livro: Um Cais que abriga histórias de vidas

A obra “Um Cais que abriga histórias de vidas - Sociabilidades conflituosas na gentrificação da cidade de Macapá (1943-1970)”, é de autoria de Verônica Xavier Luna. Brasília: Senado Federal, Série nº 278, 2020, 255p.

O percurso histórico desta região de vivência dos autóctones que, porventura, tornou-se o Território Federal do Amapá, foi marcado pela presença de diversos povos exógenos (franceses, ingleses, holandeses, irlandeses, espanhóis e portugueses).

Desde os primórdios do processo de colonização das terras setentrionais do Brasil, a região Norte, no que se refere à Amazônia enquanto terra de florestas e de concentração ameríndia, foi concebida como espaço econômico possível apenas por meio de ocupação, ou seja, pela via da migração do homem branco considerado, todavia, como “civilizado”.

Tal condição atingiu seu ápice com Marquês de Pombal, ao integrar a Amazônia à economia da metrópole, com o objetivo de ampliar e potenciar os cofres lusos... Uma de suas primeiras atividades foi ampliar o número de cidades e vilas na Amazônia.

A estratégia do ministro lusitano consistiu em enviar migrantes das ilhas de Portugal para a Província do Grão-Pará, especificamente para a região do Amapá. Recorte da Contracapa.

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terça-feira, 21 de julho de 2026

Mais de 800 pessoas são batizadas na praia onde nasceu a ‘Jesus Revolution’

Na manhã de sábado (18), mais de 800 pessoas deram testemunho de sua fé em Cristo na praia Pirate’s Cove, na Califórnia, nos Estados Unidos.

O batismo dos novos convertidos, realizado pela Harvest Church, é um dos frutos da “Cruzada da Colheita”, que atraiu milhares de participantes para ouvir o Evangelho no Angel Stadium em 11 de julho. No evento, mais de 4.200 pessoas entregaram suas vidas a Jesus.

O batismo, chamado “Jesus Revolution Baptism”, reuniu uma multidão à beira do mar para celebrar o novo nascimento.

Casais, irmãos e famílias inteiras se batizaram juntos na Pirate’s Cove, berço dos batismos do movimento “Jesus Revolution” no início dos anos 1970.

“Vim me batizar hoje porque senti um incentivo do Senhor para vir. Eu vinha adiando isso e senti que precisava fazer isso logo, porque Jesus está voltando e quero estar pronto. Quero fazer tudo o que me coloque mais no caminho Dele do que no meu próprio caminho. Então, foi por isso que vim”, testemunhou Justin, que se batizou ao lado da esposa Brittany.

“Eu me batizei hoje porque deixei para trás a minha vida antiga e estou pronta para renovar minha vida e viver uma vida nova”, afirmou Brittany.

Aquiles Priester é batizado

O baterista e produtor brasileiro Aquiles Priester também foi um dos batizados na cerimônia. Em postagem no Instagram, ele contou que conheceu mais sobre o Evangelho após assistir o filme “Jesus Revolution” e conhecer o ministério de Greg Laurie.

“Ontem fui batizado em Pirate’s Cove, em Corona del Mar, Newport Beach, Califórnia, um dia que jamais esquecerei. Conheci esse lugar tão especial depois de assistir ao filme ‘Jesus Revolution’, que conta a história do pastor Greg Laurie e do movimento de avivamento conhecido como Jesus Movement”, disse Aquiles.

“O mais incrível é que a famosa capa da revista TIME sobre o Jesus Movement foi publicada em junho de 1971, exatamente o mesmo mês e ano em que eu nasci. Para mim, isso tornou esse momento ainda mais especial, como um lindo lembrete de que Deus escreve histórias que atravessam gerações”, ressaltou.

E declarou: “Foi um dia maravilhoso. Toda a glória seja dada a Deus!”.

as últimas décadas, iniciativas como a da Harvest Church, liderada pelo pastor Greg Laurie, têm retomado os batismos em massa na praia Pirate’s Cove, sinalizando um novo despertar espiritual nos EUA.

Fonte: guiame.com.br. Imagem: Reprodução/YouTube/harvest.church.

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