domingo, 28 de junho de 2026

Fonte histórica: História da Assembleia de Deus no Amapá

De acordo com o blog do historiador amapaense Nilson Montoril, quando soube que Clímaco Bueno Aza estava em Macapá, “Padre Júlio exigiu que o pastor deixasse a cidade. Hostilizado pela população católica, Bueno Aza buscou assegurar na Justiça seu direito de evangelizar.

Na época, Macapá tinha como Juiz Substituto o Dr. Demétrio Martinho de Souza que não se encontrava da sede da Comarca. O Juiz titular, Doutor João Batista de Miranda, no cargo desde 1904, passava a maior parte do tempo em Belém. O Promotor Público Henrique Jorge Hurley limitou-se a orientar o reclamante a requerer seu direito em Belém.

Sem ter quem lhe assegurasse o direito constitucional de liberdade de culto em Macapá, Clímaco Bueno Aza foi buscá-lo em Belém. Sua petição foi recebida pelo Dr. João Batista de Miranda que expediu o mandado de segurança (o HC ainda não existia à época) reclamado pelo pastor pentecostal.

Devidamente amparado por uma decisão judicial, Clímaco veio a Macapá e preparou o caminho que seria trilhado no ano seguinte por José de Mattos.”. A dissensão daquela época não prevalece mais, pois hoje há compreensão mútua entre as igrejas.

Fonte: https://besalielrodrigues.blogspot.com. Imagem: Divulgação/Internet.

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