segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Eleições 2026: após 23 anos na magistratura, juíza amapaense disputa uma das duas vagas ao Senado pelo DC

Em entrevista exclusiva ao blog FAROL NEWS, a candidata Juíza Jô fala da carreira, da estratégia do segundo voto, das doações via PIX e das regras que orientam a campanha nas Eleições 2026.

(Macapá-AP) - As eleições de 4 de outubro terão uma novidade para o eleitor amapaense: duas vagas de senador em disputa, o que significa dois votos para o Senado na mesma urna. Entre os candidatos está a Juíza Jô, que encerrou 23 anos de atuação no Tribunal de Justiça do Amapá e agora disputa uma das vagas pelo Democracia Cristã (DC). Em entrevista, ela explica o que motivou a candidatura, como pretende se viabilizar com uma campanha independente e quais regras os eleitores precisam conhecer antes de doar ou de compartilhar conteúdo nas redes sociais.

Quem é a Juíza Jô?

Sou natural de Macapá,  filha da Renilda e do José,  ela dona de casa e ele pescador; em minha primeira infância morei na Ilha de Santana. Estudei até o ensino Superior em instituições públicas de ensino; me formei no Curso Técnico de Contabilidade , fui Escrivã da Polícia Civil e Servidora do Tribunal de Justiça do Amapá.  Em 2003 ingressei na  magistratura no Tribunal de Justiça do Amapá, foram 23 anos como magistrada, afirma a candidata. Encerrada essa trajetória, decidi colocar essa experiência à disposição do meu Estado e concorrer a uma das duas vagas ao Senado, quando o eleitor amapaense terá dois votos para o Senado Federal.

Qual o seu partido?

Sou candidata pelo DC, Democracia Cristã, partido pelo qual registrei minha candidatura e, se eleita, exercerei o mandato. A democracia Cristã como filosofia é alicerçada nos princípios da dignidade humana, colocando o ser humano como centro do processo político social, unindo através da solidariedade os valores da Justiça e da Liberdade que são valores humanísticos do cristianismo. Suas lutas básicas são: defesa incondicional da família,  defesa do contribuinte,  transformação da realidade social, desenvolvimento econômico e geração de emprego.

Por que está disputando vaga ao Senado?

Por dois motivos. Primeiro, porque em 2026 o eleitor vota duas vezes para o Senado, já que há duas vagas por estado, e queremos estar entre essas escolhas. Segundo, porque o Amapá precisa de uma bancada mais atuante, e eu ofereço 23 anos de magistratura, imparcialidade e compromisso com o interesse público para representar o estado.

O eleitor vai poder votar duas vezes para o Senado?

Sim. Eu peço que divulguem bastante esse detalhe. O Senado é renovado em parte a cada eleição: em 2026, cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores, totalizando 54 vagas, então o eleitor digita dois números para o Senado na urna no dia 4 de outubro. Um alerta importante: os dois votos devem ser para candidatos diferentes, porque se o eleitor digitar o mesmo número duas vezes, o segundo voto é anulado.

Por que a senhora está se apresentando como a 2ª opção?

Porque a maioria dos eleitores já escolheu um primeiro nome, e esse voto deve ser respeitado. Assim, como minha campanha não tem grande estrutura nem financiamento de grupos, então construímos uma estratégia honesta: o eleitor vota no candidato de sua preferência em primeiro lugar e, no segundo voto para o Senado, escolhe a nossa candidatura. É assim que queremos eleger uma bancada que trabalhe pelo Amapá.

A senhora está pedindo doações pelo pix? A lei permite?

Sim, e dentro das regras do TSE. As doações via PIX são permitidas pela legislação eleitoral e devem ser feitas para a chave vinculada à campanha, que é o CNPJ da candidatura, o que garante a identificação do doador e a rastreabilidade do recurso. Minha campanha é independente: empresas são proibidas de doar, e eu não recebo financiamento de grupos políticos em troca de compromissos que prejudicam o povo.

Até quanto cada pessoa pode doar pelo pix?

Pela regra do TSE para 2026, as doações por PIX ficaram mais simples: não é mais preciso emitir recibo eleitoral, mas a identificação do doador continua obrigatória, e os dados ficam registrados para fiscalização. O limite que vale é outro: pessoa física pode doar até 10% da renda bruta anual, que foi declarada no Imposto de Renda do ano anterior. E doações em dinheiro em espécie acima de R$ 1.064,10 precisam ser feitas por transferência eletrônica ou cheque nominal.

O que a senhora vai fazer com esse dinheiro doado?

Todo recurso arrecadado será usado exclusivamente em despesas de campanha permitidas pela legislação: propaganda volante, transporte e combustível, divulgação na internet, material impresso e demais gastos previstos na resolução do TSE. Tudo fica registrado na prestação de contas, que é pública e pode ser conferida por qualquer cidadão no portal DivulgaCandContas.

E se ao final da campanha sobrar dinheiro dessas doações?

Se sobrar, a lei define o destino. Sobras de recursos privados e do Fundo Partidário são transferidas ao diretório do partido, que deve aplicá-las nas finalidades previstas em lei, entre elas a manutenção da legenda e a educação política. Já as sobras do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) são devolvidas ao Tesouro Nacional. Tudo é comprovado na prestação de contas.

As pessoas podem compartilhar voluntariamente sua propaganda nas redes sociais?

Sim, desde que seja espontânea e gratuita. O eleitor pode compartilhar conteúdo de campanha nas próprias redes sociais: a lei garante a livre manifestação do pensamento na internet e não considera propaganda irregular a divulgação voluntária feita por pessoa física, sem remuneração e sem anonimato. O que não pode é o eleitor pagar por propaganda ou contratar impulsionamento, porque isso é exclusivo do partido e da candidata.

O que diz a lei: os pontos que o eleitor precisa saber

A legislação eleitoral de 2026 trouxe mudanças importantes que merecem atenção. A Resolução TSE nº 23.752/2026 dispensou a emissão de recibo para doações por PIX, mas manteve a identificação obrigatória do doador, com registro dos dados para fiscalização pela Justiça Eleitoral. Os limites e vedações seguem rigorosos: pessoa física pode doar até 10% do rendimento bruto do ano anterior; pessoas jurídicas, fontes estrangeiras, concessionárias de serviço público, criptomoedas e cartões pré-pagos estão proibidos de doar. Doação recebida com CPF inválido ou doador não identificado não pode ser usada e é recolhida à União, com risco de multa de 100% sobre o valor excedente. Sobre as sobras de campanha, o art. 31 da Lei 9.504/97 determina que os saldos de recursos privados e do Fundo Partidário sejam transferidos ao diretório do partido na circunscrição do pleito; os saldos do FEFC retornam ao Tesouro Nacional, conforme o art. 16-C, § 11, da mesma lei. Por fim, o compartilhamento voluntário de propaganda nas redes é garantido pela regra do art. 57-C da Lei 9.504/97: a propaganda paga na internet é vedada, o impulsionamento é exclusivo de partidos e candidatos, e a manifestação gratuita e identificada do eleitor não configura propaganda irregular.

Fonte: Da Redação. Imagens: Arquivo pessoal/Juíza Jô.

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Flávio chega a 62% entre evangélicos, aponta Datafolha

 

A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada em 21 de agosto de 2026, revela que Flávio Bolsonaro possui 62% das intenções de voto entre evangélicos em um possível segundo turno, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva registra 29%. A diferença de 33 pontos percentuais é uma das maiores observadas entre os segmentos analisados.

Vantagem de Flávio entre evangélicos

O levantamento mostra um crescimento na vantagem de Flávio entre os evangélicos desde julho, quando ele tinha 60% das intenções de voto e Lula, 31%. Em menos de um mês, a diferença aumentou de 29 para 33 pontos percentuais. Embora a oscilação esteja dentro das margens de erro, o dado reforça a forte preferência do eleitorado evangélico por Flávio.

Cenário entre católicos e outros grupos

O cenário é inverso entre os católicos, onde Lula alcança 54% das intenções de voto, contra 36% de Flávio. Em julho, os percentuais eram 54% para Lula e 37% para Flávio. A diferença entre os grupos religiosos é significativa: enquanto Lula tem uma vantagem de 18 pontos entre católicos, Flávio lidera com 33 pontos entre evangélicos.

Disputa geral

No cenário geral, Lula ainda mantém uma leve vantagem em um possível segundo turno, com 47% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 43%. Esses números são semelhantes aos do levantamento anterior, quando Lula tinha 48% e Flávio, 43%. A pesquisa evidencia uma disputa acirrada, mas com blocos eleitorais distintos.

Fonte: gospelmais.com. Imagem: Divulgação - Internet.

Quatro elementos essenciais para o casamento cristão além do amor


Um casamento saudável requer mais do que apenas amor, segundo uma reflexão recente. Quatro elementos essenciais foram destacados para fortalecer a aliança cristã: conexão, comunicação, compromisso e chamado.

O papel do amor no casamento

O amor é considerado o objetivo maior em um relacionamento, como descrito pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios 13, onde é mencionado como "o maior de todos". No entanto, a reflexão sugere que o amor, embora fundamental, não é suficiente por si só para garantir a prosperidade do casamento.

Conexão: o fio que une o casal

A conexão é descrita como o elo que une os parceiros e é essencial para a intimidade. A falta de conexão pode levar a sentimentos de solidão e desvalorização, mesmo quando o amor está presente. Para fortalecer essa conexão, é importante que ambos os cônjuges estejam presentes, tanto emocional quanto fisicamente.

Comunicação e compromisso

A comunicação é outro elemento vital, permitindo que os casais expressem suas necessidades e sentimentos. O compromisso, por sua vez, é a decisão de permanecer juntos, mesmo diante das dificuldades. Ambos os aspectos são fundamentais para a construção de um relacionamento duradouro.

Chamado: um propósito maior

Por fim, o chamado refere-se à missão compartilhada do casal, que pode incluir objetivos comuns e a busca por um propósito maior em suas vidas. Esse elemento pode fortalecer a união e proporcionar um sentido de direção no relacionamento.

Fonte: gospelmais.com. Imagem: Divulgação - Internet.

O peso silencioso do marido: quando a casa precisa de aliança

A vida conjugal e familiar contemporânea impõe pressões contínuas sobre a estrutura do lar. É cada vez mais comum observar homens sobrecarregados pelo peso de expectativas profissionais, financeiras e emocionais, buscando refúgio no silêncio ou na passividade.

O isolamento masculino e a ilusão do silêncio

Segundo a Psicanálise Teoterapêutica, o comportamento de esquiva masculina muitas vezes não é desinteresse, mas um mecanismo de defesa contra o medo de falhar ou demonstrar fraqueza. Historicamente, o homem é cobrado para ser o pilar inabalável, o que o leva a reprimir suas angústias, gerando esgotamento emocional, apatia ou explosões reativas.

Quando o marido se retira emocionalmente, o lar perde uma referência fundamental de presença e cuidado. No entanto, a omissão não é uma alternativa válida. Os princípios teológicos ensinam que a responsabilidade da liderança familiar exige coragem, presença ativa e discernimento espiritual.

A esposa como aliada e parceira de aliança

A mulher desempenha um papel decisivo no ambiente do lar. A Bíblia descreve a esposa com o termo “auxílio adequado”, que se refere a uma força de resgate e parceria estratégica, e não à inferioridade ou submissão cega. Quando a esposa percebe o marido em dificuldades, o caminho mais produtivo não é o ataque ou a crítica constante, mas o acolhimento inteligente e o encorajamento consciente.

Ser aliada não significa tolerar a irresponsabilidade, mas sim criar um ambiente seguro no qual o homem possa desarmar suas defesas. Quando a esposa muda a postura da cobrança para a cooperação estratégica, ela convida o marido a sair da defensiva e a assumir seu verdadeiro papel no lar.

Restaurando o propósito e o equilíbrio do lar

A verdadeira restauração familiar acontece quando o casal compreende a importância da aliança e do apoio mútuo. A dinâmica familiar pode ser transformada por meio do diálogo e da compreensão, permitindo que ambos os parceiros se sintam valorizados e respeitados.

Fonte: gospelmais.com. Imagem: Divulgação-Internet.

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

A sobrevivência do cristianismo corre risco na Síria

Alerta global indica que a violência contínua e a pressão social extrema ameaçam extinguir a população cristã sobrevivente em território sírio

A sobrevivência do cristianismo na Síria enfrenta uma ameaça sem precedentes devido à instabilidade na transição de poder e à persistência de conflitos armados no país. Após a queda do regime de Bashar al-Assad em dezembro de 2024, facções armadas continuam a disputar o controle de territórios, inviabilizando a consolidação de um Estado inclusivo. O diagnóstico consta em um relatório enviado à Organização das Nações Unidas pelo Centro Europeu para a Lei e a Justiça (ECLJ).

Antes do início da guerra civil, a população cristã em solo sírio era de aproximadamente dois milhões de cidadãos. Atualmente, esse contingente encolheu para uma faixa entre 300 mil e 500 mil pessoas. Esse declínio severo é impulsionado por uma espiral de falta de segurança, fuga do país e avanço da islamização nas políticas públicas e nos currículos de ensino.

Embora o grupo HTS, uma dissidência da al-Qaeda que assumiu o protagonismo político, tenha prometido construir uma Síria inclusiva e respeitosa com as minorias, episódios de violência sectária continuam a ocorrer. No ano passado, um atentado suicida contra uma igreja resultou na morte de 25 fiéis. O país também registrou o massacre de centenas de alauitas, conflitos entre drusos e beduínos em Suwayda e combates entre forças governamentais e curdos em Aleppo após impasses eleitorais.

A organização apontou que a comunidade não pleiteia vantagens em relação aos demais grupos.

“Os  cristãos não buscam um status de privilégio, mas simplesmente uma participação igualitária na vida nacional. No entanto, eles enfrentam uma pressão social crescente: pregações islâmicas em bairros cristãos, a islamização gradual de certas políticas públicas e currículos escolares, restrições ao álcool e uma retórica que retrata os cristãos como fouloul — apoiadores do antigo regime.”

A governabilidade e a composição do parlamento atual também são alvos de críticas das entidades internacionais. Um terço dos assentos da assembleia legislativa foi preenchido por indicação direta do presidente Ahmed al-Sharaa, sem consulta popular direta. Esse modelo de distribuição de poder gerou descontentamento e culminou nos choques armados em Aleppo. Para os defensores de direitos humanos, a punição dos responsáveis por crimes violentos ocorridos na transição não pode ser seletiva.

A entidade alertou que o cenário atual ultrapassou a esfera do preconceito religioso habitual.

“Além da própria discriminação, a própria sobrevivência do cristianismo na Síria está agora em jogo. As escolas  cristãs estão se tornando cada vez mais vulneráveis, as famílias no exílio continuam a perder suas propriedades, e os ataques terroristas, a violência, os sequestros e a impunidade generalizada geraram um profundo sentimento de abandono.”

Para interromper a saída em massa dessa população histórica, especialistas apontam que as estratégias globais precisam ser reformuladas.

“Proteger apenas a liberdade de culto, portanto, não é mais suficiente. Condições políticas, jurídicas, de segurança e econômicas devem ser estabelecidas para permitir que os cristãos permaneçam permanentemente em sua terra natal.”

Fonte: folhagospel.com,com informações de Christian Today. Imagem: Divulgação/Internet.

Judeus são alvo de 63% dos crimes de ódio religioso nos EUA, afirma FBI

Dados oficiais do FBI apontam queda no total de ocorrências em relação ao ano anterior mas registram o terceiro pior índice da história do país

A minoria judaica nos Estados Unidos, que representa cerca de 2% da população local, foi o alvo de 63% de todos os crimes de ódio motivados por religião no país em 2025. O dado consta do relatório anual sobre estatísticas de violência sectária divulgado pelo FBI.

Ao todo, as autoridades policiais registraram 1.528 ocorrências de caráter antissemita de um montante de 2.408 episódios de intolerância religiosa no período. Esse volume de ataques contra cidadãos de fé judaica equivale a aproximadamente 14% de todos os crimes de ódio computados em território norte-americano, independentemente da motivação. A comunidade muçulmana aparece na segunda posição desse levantamento, com 205 registros de agressões ou ameaças.

Redução geral não apaga marcas históricas de hostilidade

Embora o número de casos contra judeus tenha apresentado queda na comparação com as 1.938 ocorrências mapeadas em 2024, o ano de 2025 se consolidou como o terceiro período mais violento para esse grupo desde o início dos registros históricos. O recuo acompanhou uma tendência de diminuição geral na criminalidade motivada por preconceito nos Estados Unidos, que caiu de 11.679 denúncias para 10.881 casos.

Impacto do cenário geopolítico e mortes confirmadas

Analistas associam a manutenção do alto patamar de hostilidade aos desdobramentos do ataque do grupo Hamas contra Israel ocorrido em 7 de outubro de 2023. Os senadores Jacky Rosen, democrata de Nevada, e James Lankford, republicano de Oklahoma, que coordenam uma frente parlamentar bipartidária de combate ao antissemitismo, alertaram que os índices permanecem superiores aos observados antes daquele conflito.

“Este relatório mostra a sombria realidade para os judeus americanos”, afirmaram os parlamentares, acrescentando que o país enfrenta uma crise que exige “ação coletiva”.

O ano de 2025 também marcou a retomada de ataques antissemitas com vítimas fatais pela primeira vez desde 2019. Em maio daquele ano, dois servidores da Embaixada de Israel foram assassinados a tiros em Washington, D.C. Poucas semanas depois, um ataque com artefatos incendiários contra um ato público em Boulder, no Colorado, causou a morte de uma pessoa idosa.

A depredação de patrimônio e a intimidação lideram as tipificações de delitos. O detalhamento estatístico aponta que, de 1.685 infrações antijudaicas identificadas, 920 envolveram vandalismo ou destruição de templos e propriedades privadas. A organização não governamental Anti-Defamation League, conhecida pela sigla ADL, reportou ainda 162 agressões físicas diretas e 505 episódios de coação psicológica.

Em um levantamento paralelo que abrange também incidentes de natureza não criminal, a entidade identificou um total de 6.274 atos hostis contra judeus, o que representa uma média de 17 episódios diários. O dirigente máximo da instituição, Jonathan Greenblatt, ponderou que o recuo estatístico de 33% frente ao ano anterior não minimiza a dimensão do cenário enfrentado pelas vítimas.

“Por trás de cada um desses números há uma pessoa que foi alvo simplesmente por ser judia, seja por vandalismo, intimidação ou violência”, declarou.

De acordo com o executivo, o antissemitismo se sustenta como uma das matrizes de preconceito mais duradouras e perigosas na sociedade contemporânea. Cabe destacar que o relatório do FBI é alimentado voluntariamente pelas forças policiais locais, contando com a participação de 16.791 delegacias americanas em 2025, o que equivale a 85,9% dos órgãos credenciados, sugerindo que o panorama real da violência pode apresentar subnotificação.

Fonte: folhagospel.com. Imagem: Divulgação/Internet.

Guerra dentro do STF preocupa juristas e pastores

A crise atual do Supremo não pode ser lida apenas como mais uma disputa entre ministros. O que está em jogo é algo mais profundo: a confianç...