O Dia dos Pais também é um dia de saudade e de terna memória para aqueles cujos pais já se foram. Para estes, a data não se veste de presença física, mas de um legado que permanece vivo no coração e nas atitudes. A ausência física é preenchida pelas lições ensinadas, pelas histórias contadas ao redor da mesa e pelo som de uma risada que o tempo não apaga.
Honrar um pai que partiu é perpetuar seus valores, é agir com a retidão que ele esperava e é sentir, no silêncio da oração, que o amor não conhece as barreiras da morte. Eles continuam vivos em cada gesto de bondade que seus filhos praticam, provando que a paternidade é uma marca eterna na alma.
Neste dia, celebramos todas as formas de paternidade: o pai biológico, o pai de coração, o avô que é pai duas vezes e o tutor que assumiu essa nobre missão. Que possamos reconhecer a importância vital dessa figura em nossa jornada, agradecendo a Deus pelo dom da vida e pela oportunidade de sermos guiados por mãos que, embora calejadas pelas lutas do mundo, nunca deixaram de oferecer carinho.
Que o Dia dos Pais seja, acima de tudo, um reencontro com o que há de mais sagrado nos laços familiares: o amor que protege, o exemplo que educa e a fé que nos une ao Pai Celestial.
Fonte: https://besalielrodrigues.blogspot.com/. Imagem: Arquivo pessoal.
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