A necessidade de mudança
O Amapá vive um paradoxo político e uma crise crônica de representatividade, sobretudo no Congresso Nacional, onde a maioria dos parlamentares federais não vem correspondendo às expectativas do eleitorado nem às demandas do estado. A título de ilustração, a bancada federal não consegue sequer, há décadas, concluir o asfaltamento das rodovias que ligam os principais municípios do interior, como Oiapoque, Laranjal do Jari, Calçoene (Distrito do Lourenço) e Serra do Navio, exatamente as regiões capazes de gerar as maiores riquezas para a população, com petróleo, ouro, minério e o acesso terrestre ao restante do país. Essa situação tem sido alvo de críticas recorrentes na mídia nacional.
Assim, nas eleições do próximo mês de outubro, renova-se a esperança de mudança e a possibilidade de novos nomes alcançarem esses mandatos e fazerem a diferença. Destacamos hoje uma movimentação eleitoral no campo das candidaturas femininas, especialmente no âmbito do segmento evangélico. Duas candidatas, uma médica e uma juíza, chamam a atenção do eleitorado amapaense. A percepção de que a mulher é mais segura e zelosa com seus compromissos e possui maior empatia, tem levado o eleitorado evangélico a vê-las como a melhor opção.
Fonte: Coluna Tribuna Cristã/agazetadoamapa.com.br. Imagem: Divulgação/Coluna Tribuna Cristã.
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