A apuração dos votos revelou um fenômeno inevitável: a “turma do atraso”, expressão popular utilizada para se referir aos atuais mandatários, que caiu em total descrédito popular devido a inexpressiva competência em governança pública, combinada com os incontáveis casos de corrupção e de prostituição política.
Candidatos e grupos políticos que por anos monopolizaram a máquina pública sob velhas práticas e promessas vazias viram o tapete ruir sob os pés. O eleitor amapaense demonstrou maturidade política, rejeitando o imobilismo, a burocracia ineficiente e as oligarquias que insistiam em retroceder o desenvolvimento do estado em benefício próprio.
Outro ponto negativo ligado aos agora derrotados foi a tentativa desesperada de conter o avanço popular de Furlan, que recorreram ao seu manual tradicional: a mentira e a corrupção, tratadas como as verdadeiras “doenças” da velha política.
Campanhas de difamação, fake news e tentativas de manipulação da opinião pública tentaram nublar o debate. Contudo, a estratégia fracassou retumbantemente. A população imunizou-se contra a desinformação, compreendendo que o barulho artificial dos adversários era apenas um reflexo do desespero diante da derrota iminente nas urnas.
O dever do vencedor
Zelar pela vitória e discipular novos nomes. Com a expressiva votação e a enorme capilaridade política conquistada, Furlan assume agora uma responsabilidade histórica redobrada. Mais do que administrar bem, o governador vitorioso tem o dever imperativo de zelar pela vitória recebida e, acima de tudo, “discipular” novos nomes para o futuro da política amapaense. Caso isso seja negligenciado, na próxima eleição de 2028, componentes da “turma do atraso” começarão a “voltar à cena do crime”, nas palavras do vice-presidente da República Geraldo Alckmin.
Renovar os quadros, incentivar novas lideranças éticas, preparadas e alinhadas com o clamor popular é a chave para garantir que o grito de “basta” dado nas urnas em 2026 se transforme em um legado permanente de boa governança e esperança para as futuras gerações do Amapá.
Fonte: Coluna Tribuna Cristã/agazetadoamapa.com.br. Imagem: Divulgação/Internet.

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