Autor: Leonardo Raiol Junior, Brasília: Senado Federal, Série nº 317, 2024, 232p.
Podemos compreender, no decorrer desta obra, aspectos da dinâmica que estava envolta na construção de uma robusta, senão a mais robusta, fortificação amazônica. À proporção que tal empreendimento ultrapassou as fronteiras da localidade de Macapá, ele esteve conectado com as transformações promovidas pelo projeto modernizante da Coroa, na segunda metade do século XVIII.
Mas, em consonância com essas transformações, vislumbramos uma dimensão crucial – a do trabalho, dos diversos operários e dos diferentes espaços que fizeram parte desse grandioso projeto que foi a construção da Fortaleza de São José de Macapá.
No início, uma intricada rede foi se formando e, em certos ambientes, reuniu-se uma mão de obra ainda pouco qualificada. Mas, paulatinamente, tais operários foram aprendendo as tarefas, os ofícios e a rotina de cada canteiro de obra. É nesta toada que esta obra nos conta dos bastidores da construção da Fortaleza mais preservada do Brasil.
Fonte: Coluna Tribuna Cristã/agazetadoamapa.com.br. Imagem: Divulgação/Internet.
Nenhum comentário:
Postar um comentário